Detalhes do Documento

Controle das florestas reais inglesas : da conquista Normanda à Magna Carta

Autor(es): Canabrava, José Vitor de Lucena

Data: 2017

Origem: Oasisbr

Assunto(s): Grã-Bretanha - história Período Normando, 1066-1154; Florestas medievais; Grã-Bretanha - história Período Normando, 1066-1154; Grã-Bretanha - história Período Normando, 1066-1154; Florestas medievais; Florestas medievais


Descrição

Monografia (graduação)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de História, 2016.

Submitted by Nayara Silva (nayarasilva@bce.unb.br) on 2016-10-24T12:27:56Z No. of bitstreams: 3 license_text: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) 2016_JoseVitorDeLucenaCanabrava_tcc.pdf: 794094 bytes, checksum: e01ff2227265cd3a7508f2f620a9a49f (MD5)

Approved for entry into archive by Luanna Maia (luanna@bce.unb.br) on 2017-01-19T11:49:35Z (GMT) No. of bitstreams: 3 license_text: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) 2016_JoseVitorDeLucenaCanabrava_tcc.pdf: 794094 bytes, checksum: e01ff2227265cd3a7508f2f620a9a49f (MD5)

Made available in DSpace on 2017-01-19T11:49:35Z (GMT). No. of bitstreams: 3 license_text: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) 2016_JoseVitorDeLucenaCanabrava_tcc.pdf: 794094 bytes, checksum: e01ff2227265cd3a7508f2f620a9a49f (MD5)

Os conquistadores das ilhas inglesas, no ano de 1066, levaram consigo diversos costumes da Normandia, considerados estrangeiros pelos novos súditos. O controle de espaços florestais, pelo rei, com a justificativa de preservação da caça aristocrática era um deles. Os atos cometidos contra as leis, que foram implementadas para alcançar o objetivo referido, eram penalizados com a cegueira, a mutilação e a morte. Essa legislação foi alvo de resistência por parte dos súditos ingleses - nobres e plebeus – que reclamavam do caráter excessivamente autoritário da nova norma, além do desrespeito ao seu costume. Com o início da dinastia angevina na Inglaterra, as formas de controlar e penalizar os atos contra os espaços de floresta régia foram flexibilizadas. A negociação de exceções e a predominância de multas às infrações substituíram a rigidez das leis anteriores. Entretanto, as turbulências políticas que configuraram o contexto político dessa dinastia punham em xeque os detentores do poder, e os monarcas plantagenetas utilizaram o controle que exerciam sobre esses espaços florestais de forma a se reposicionarem no jogo político, pressionando opositores e angariando apoios. Posteriormente, com a revolta dos barões, que culminou na assinatura da Magna Carta e da Carta da Floresta, o monarca viu-se obrigado a afrouxar seu controle sobre as florestas e a estabelecer direitos mais amplos que permitissem a inserção do poder local nessa dinâmica política. A Carta da Floresta acabou por definir a forma de controle daqueles espaços por todo o século XIII, configurando uma mudança significativa em comparação com as medidas normandas. A nobreza, como ordem superior da Inglaterra, assumia plenamente o lugar de destaque que lhe competia no governo do reino - um direito que havia sido abalado nos primeiros tempos da conquista normanda - e que tinha nas florestas um cenário privilegiado.

Tipo de Documento Monografia de licenciatura
Idioma Português
facebook logo  linkedin logo  twitter logo 
mendeley logo

Documentos Relacionados