Autor(es):
Morais, Karolina da Conceição
Data: 2017
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Língua materna; Língua portuguesa; Língua inglesa; Construções existenciais; Língua materna; Língua materna; Língua portuguesa; Língua portuguesa; Língua inglesa; Língua inglesa; Construções existenciais; Construções existenciais
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso (graduação)—Universidade de Brasília, Instituto de Letras, Departamento de Linguística, Português e Línguas Clássicas, 2017.
Submitted by Caroline Botelho Teixeira (carolineteixeira@bce.unb.br) on 2017-12-19T11:37:30Z No. of bitstreams: 3 license_text: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) 2017_KarolinaDaConceicaoMorais_tcc.pdf: 513171 bytes, checksum: 2a34c2400f7e0869ff482676dc520374 (MD5)
Approved for entry into archive by Ruthlea Nascimento (ruthlea.nascimento@gmail.com) on 2017-12-20T18:28:59Z (GMT) No. of bitstreams: 3 license_text: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) 2017_KarolinaDaConceicaoMorais_tcc.pdf: 513171 bytes, checksum: 2a34c2400f7e0869ff482676dc520374 (MD5)
Made available in DSpace on 2017-12-20T18:28:59Z (GMT). No. of bitstreams: 3 license_text: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) 2017_KarolinaDaConceicaoMorais_tcc.pdf: 513171 bytes, checksum: 2a34c2400f7e0869ff482676dc520374 (MD5)
O presente artigo pretende comparar as estruturas de construções existenciais nas línguas inglesa e portuguesa, demonstrando que os alunos, por influência da língua materna (português), se utilizam do verbo “have” para formular sentenças em tal estrutura, tanto na fala quanto na escrita, na língua inglesa. A partir dessa observação, percebe-se que o falante faz interferência de uma estrutura da língua materna (já que ele utiliza o verbo “ter” para denominar existência) para língua que está sendo adquirida, nesse caso, o inglês, resultando na fossilização dessa estrutura.