Autor(es):
Elias, Júlia de Moraes ; Vieira, Jaqueline
Data: 2021
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Mamas - câncer; Câncer - pacientes; Exercícios físicos para mulheres; Neoplasias; Reabilitação; Mamas - câncer; Mamas - câncer; Câncer - pacientes; Câncer - pacientes; Exercícios físicos para mulheres; Exercícios físicos para mulheres; Neoplasias; Neoplasias; Reabilitação; Reabilitação
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso (graduação)—Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, 2019.
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O câncer de mama representa a principal causa de morte por câncer nas mulheres brasileiras desde de 1979. E o tratamento e os próprios tumores geram várias toxicidades, efeitos colaterais e mudanças na homeostase do organismo, este sofrendo com alterações hormonais e sistêmicas. Um dos efeitos colaterais que mais afeta o organismo é a fadiga, ela é prevalente em 80-90% dos pacientes oncológicos tratados com quimioterapia e/ou radioterapia (Borges et al., 2018). O presente tem como objetivo esclarecer melhor os benefícios que o treinamento resistido é capaz de proporcionar sobre a fadiga percebida, força de preensão manual e funcionalidade física em sobreviventes de CM. A amostra do presente estudo foi composta por 17 mulheres sobreviventes de câncer de mama selecionadas a rede hospitalar pública e/ou privada. As participantes foram divididas em dois grupos, 8 voluntárias que realizava treinamento resistido regularmente há pelo menos 6 meses (Grupo treinado - GT) e 9 voluntárias sedentárias (Grupo Controle - GC). Os resultados foram significativos apenas na fadiga física. A força de preensão manual e funcionalidade não tiveram diferenças significativas entre os dois grupos. No entanto temos um prévio resultado de que o treinamento resistido pode ajudar na melhora da fadiga.