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O processamento de verbos inergativos e de verbos inacusativos[recurso eletrônico]:um estudo linguístico/Rodrigo Altair Morato; orientador: Arabie Bezri Hermont

Autor(es): Morato, Rodrigo Altair

Data: 2019

Origem: Oasisbr

Assunto(s): 806.90-56; Gramática gerativa-Aspecto verbal; Aquisição de linguagem; Língua portuguesa-Tempo verbal; Língua inglesa-Tempo verbal; Língua portuguesa-Sintaxe; Lingua inglesa-Sintaxe; Semântica; Cognição; 806.90-56; 806.90-56; Gramática gerativa-Aspecto verbal; Gramática gerativa-Aspecto verbal; Aquisição de linguagem; Aquisição de linguagem; Língua portuguesa-Tempo verbal; Língua portuguesa-Tempo verbal; Língua inglesa-Tempo verbal; Língua inglesa-Tempo verbal; Língua portuguesa-Sintaxe; Língua portuguesa-Sintaxe; Lingua inglesa-Sintaxe; Lingua inglesa-Sintaxe; Semântica; Semântica; Cognição; Cognição


Descrição

Tese (Doutorado) - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Programa de Pós-Graduação em Letras

Bibliografia: f. 129-138

Sob concepção de faculdade de linguagem como uma competência inata e fundamentalmente humana, este trabalho buscou compreender o processamento sintático de verbos monoargumentais, os chamados verbos inergativos e verbos inacusativos. Utilizando o Paradigma do Mundo Visual como metodologia de pesquisa, fundamentados no arcabouço da Teoria Gerativa e em diferentes trabalhos sobre Processamento de Linguagem Natural, fizemos uma análise de dados a fim de identificar uma diferença de tempo no processamento dessas duas categorias verbais. Diante dos resultados de experimentos de rastreamento ocular com falantes nativos de Português Brasileiro e de Inglês Americano, por meio de uma análise estatística refinada, constatamos o contrário daquilo que vem sendo trazido na literatura, isto é, a defesa de uma distinção de processamento entre categorias de verbos monoargumentais. Problematizamos, portanto, a ideia de uma diferença sintática no processamento de verbos inergativos ou inacusativos. Além disso, sugerimos que o processamento sintático é uma operação humana biologicamente natural e que as hipóteses linguísticas existentes, ao que parece, não são capazes de legitimar tal capacidade em termos de custos sintático-operacionais. Como alternativa, propusemos uma interface entre sintaxe e semântica para explicar a ligação entre papel temático e estruturas verbais. Palavras-chave: Processamento de Linguagem; Teoria Gerativa; Verbos Inergativos; Verbos Inacusativos.

Under the concept of language faculty as an innate and fundamentally human competence, this research sought to understand the syntactic processing of monoargumental verbs, known as unergative and unaccusative verbs. Resorting Visual World Paradigm as a scientific methodology and based on the framework of Generative Theory and in different papers on Natural Language Processing, we performed a data analysis in order to identify a time difference in the processing of these two verbal categories. In view of the results of experiments with native speakers of Brazilian Portuguese and American English through refined statistical analysis, we found the opposite of what has been raised in the literature, that is, a defense of a processing distinction between monoargumetal verbs categories. Therefore, we problematize the idea of a syntactic difference in the processing of unergative or unaccusative verbs. Furthermore, we suggest that syntactic processing is a biologically natural human operation and that existing linguistic assumptions, apparently, are not capable of legitimizing such capacity in terms of syntactic-operational costs. As an alternative, we proposed an interface between syntax and semantics to explain the link between thematic role and verbal structures.Keywords: Language Processing; Generative Theory; Unergative Verbs; Unaccusative Verbs.

Tipo de Documento Tese de doutoramento
Idioma Português
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