Author(s):
Sallum, Elvia Mureb ; Barbosa, Fernando de Holanda
Date: 2008
Persistent ID: http://hdl.handle.net/10438/1000
Origin: Oasisbr
Subject(s): Inflation (Finance); Monetary policy; Inflationary tax; Hiperinflação; Imposto inflacionário; Política monetária; Economia; Inflação; Inflation (Finance); Inflation (Finance); Monetary policy; Monetary policy; Inflationary tax; Inflationary tax; Hiperinflação; Hiperinflação; Imposto inflacionário; Imposto inflacionário; Política monetária; Política monetária; Economia; Economia; Inflação; Inflação
Description
Este trabalho apresenta uma teoria da hiperinflação na qual não há necessidade de apelar-se para hipóteses casuísticas, como expectativas adaptativas, ajustamento parcial no mercado monetário ou profecias que se autorealizam. O modelo tem um agente representativo com vida infinita que aloca seus recursos de sorte a maximizar o bem estar, todos os mercados estão em equilíbrio, o banco central financia o déficit público e a moeda é essencial. A hiperinflação ocorre porque a restrição intertemporal do governo não é satisfeita. O arcabouço teórico produz algumas conclusões sobre a duração da hiperinflação, e sobre outras características deste processo, nem sempre em concordância com a sabedoria convencional. O artigo também analisa como o fenômeno da substituição da moeda, um fato estilizado das experiências hiperinflacionárias, pode afetar a essencialidade da moeda, um ingrediente básico do modelo.