Author(s):
Campanher, Dutra, Joísa ; Parente, Ana Tereza Marques ; Smiderle, Juliana Jerônimo ; Capodeferro, Morganna Werneck
Date: 2019
Persistent ID: https://hdl.handle.net/10438/27940
Origin: Oasisbr
Subject(s): Saneamento - Brasil; Economia; Saneamento; Saneamento - Brasil; Saneamento - Legislação; Saneamento - Brasil; Saneamento - Brasil; Economia; Economia; Saneamento; Saneamento; Saneamento - Brasil; Saneamento - Brasil; Saneamento - Legislação; Saneamento - Legislação
Description
Já é de conhecimento de todos que a situação do saneamento básico no Brasil não condiz com o grau de desenvolvimento do país. Diferentemente dos serviços de eletricidade e telecomunicações, que são praticamente universalizados, cerca de 35 milhões de brasileiros ainda não tem acesso à rede de abastecimento de água e 100 milhões carecem de rede coletora de esgotos. Analisando historicamente o setor, observa-se que, tanto a prestação dos serviços, como os investimentos, são majoritariamente públicos. Em um cenário de corte de gastos e crise fiscal, dificilmente a meta de universalização dos serviços em 2033 será alcançada, considerando-se a maneira como o setor está organizado atualmente. Visando endereçar os entraves ao desenvolvimento do saneamento, o governo do Presidente Temer editou a Medida Provisória 868 de 2018, que altera o marco legal setorial.