Autor(es):
Pereira, Luiz Firmino ; Canedo, Paulo ; Capodeferro, Morganna
Data: 2022
Identificador Persistente: https://hdl.handle.net/10438/32302
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Abastecimento de água; Economia; Abastecimento de água; Abastecimento de água; Abastecimento de água; Economia; Economia; Abastecimento de água; Abastecimento de água
Descrição
A insegurança hídrica do leste metropolitano do Rio de Janeiro é conhecida e reconhecida de longa data, tanto que se cogita há cerca de quatro décadas a construção de uma barragem de regularização de vazão no Rio Guapiaçu. O local definido para implantação da referida barragem situa-se no vale de maior produção agrícola do município de Cachoeiras de Macacu, o que tem inviabilizado a consecução do projeto face aos impactos socioambientais prenunciados. No Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERHI), a barragem consta como a alternativa número um, seguida pela utilização da Barragem de Juturnaíba, já existente. A solução via Juturnaíba segue sob aparente incógnita diante da pouca clareza de dados sobre a mesma. Outrossim, uma análise sobre o padrão de consumo do oeste metropolitano se faz necessária, uma vez que esses padrões e perdas tendem a convergir na próxima década a padrões já experimentados por prestadores de serviço privados de abastecimento de água, como é o caso de Niterói. O presente estudo avalia e considera a combinação de algumas oportunidades até hoje não estudadas, como o uso de vazão de Juturnaíba, atrelada à recuperação deste reservatório (desassoreamento e recuperação de sua estrutura) e a interligação de água tratada entre os sistemas Guandu e Imunana-Laranjal.