Autor(es): Cunha, Beatriz ; Gomes, Maria José ; Galvão, Ana Maria
Data: 2024
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10198/29762
Origem: Biblioteca Digital da UPB
Assunto(s): Epilepsia; Estudantes; Promoção da saúde; Gamificação
Autor(es): Cunha, Beatriz ; Gomes, Maria José ; Galvão, Ana Maria
Data: 2024
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10198/29762
Origem: Biblioteca Digital da UPB
Assunto(s): Epilepsia; Estudantes; Promoção da saúde; Gamificação
A epilepsia é uma condição associada a altos níveis de estigma. Trata-se de um distúrbio neurológico caraterizado por uma propensão persistente a gerar crises epiléticas recorrentes. Jovens adultos, como estudantes universitários, podem contribuir para melhorar as atitudes em relação aos pacientes com epilepsia e reduzir o estigma. Há́ uma necessidade significativa de educação sobre epilepsia nos estudantes do ensino superior. Objetivos: mapear bibliografia sobre o estigma e atitudes dos estudantes do ensino superior sobre epilepsia e propor estratégias de gamificação de promoção da literacia em epilepsia. Metodologia: Para a concretização deste estudo foram seguidas as indicações de Arksey e O’Malley (2005). De igual modo, a redação do presente artigo foi organizada de modo a ir ao encontro à checklist PRISMA-ScR, desenvolvido por (age et al. (2021) para reportar scoping reviews. A realização desta scoping review visou dar resposta à seguinte questão de investigação: quais os conhecimentos e atitudes dos estudantes do ensino superior sobre epilepsia? Resultados: Estudantes universitários com epilepsia podem enfrentar desafios únicos no ambiente académico. Alguns desses desafios podem incluir a necessidade de gerir a medicação, a possibilidade de ter convulsões em público, o impacto das convulsões na memória e na concentração, e as preocupações com a estigmatização e a discriminação. Conclusão: Destaca-se a necessidade de melhorar o conhecimento e as atitudes em relação à epilepsia entre os estudantes de profissões de saúde e destaca-se também a importância da educação e de uma abordagem multidisciplinar para lidar com a doença.