Author(s): Borges, Daniel Filipe
Date: 2018
Persistent ID: http://hdl.handle.net/10400.26/32553
Origin: Instituto Politécnico de Coimbra
Subject(s): Eletroencefalograma ambulatório; Epilepsia
Author(s): Borges, Daniel Filipe
Date: 2018
Persistent ID: http://hdl.handle.net/10400.26/32553
Origin: Instituto Politécnico de Coimbra
Subject(s): Eletroencefalograma ambulatório; Epilepsia
O electroencefalograma (EEG) é uma ferramenta de valor diagnóstico comprovado na investigação de pacientes com eventos clínicos suspeitos de crises epilépticas. Atendendo à neurofisiologia do sinal bioeléctrico e à curta duração dos registos EEG de rotina, a sensibilidade é baixa para eventos pouco frequentes como é o caso em muitas epilepsias, mesmo após o seu acréscimo através da repetição de exames, privação de sono e proximidade temporal ao evento ictal, falhando a detecção de anomalias electroencefalográficas relevantes para o diagnóstico numa proporção importante de doentes. Neste contexto, os avanços técnicos dos últimos anos, incluindo o EEG Ambulatório 24 Horas (EEGa), vieram melhorar significativamente a capacidade para registos prolongados a custos controlados, o que resultou em ganhos importantes na utilidade clínica.