Author(s):
Marado, Bruno Sertório Dias
Date: 2017
Persistent ID: http://hdl.handle.net/10400.26/36059
Origin: Instituto Universitário Militar
Subject(s): Acidentes com aeronaves; Segurança de voo; Prevenção de acidentes; Perda de aeronave; Aircraft accidents; Flight safety; Accident prevention; Aircraft loss; Acidentes com aeronaves; Acidentes com aeronaves; Segurança de voo; Segurança de voo; Prevenção de acidentes; Prevenção de acidentes; Perda de aeronave; Perda de aeronave; Aircraft accidents; Aircraft accidents; Flight safety; Flight safety; Accident prevention; Accident prevention; Aircraft loss; Aircraft loss
Description
A Força Aérea Portuguesa (FAP) tem colocado grande empenho na prevenção de acidentes, mas terá conseguido uma redução significativa de acidentes com destruição de aeronave? O número de acidentes, por cada 10.000 horas de voo (HV), será semelhante ao de outras Forças Aéreas? Quais as causas destes acidentes? Esta investigação centrou- -se em torno da questão “Quais as causas dos acidentes com perda de aeronave, e em que medida tem sido eficaz a prevenção destes acidentes na FAP, em termos absolutos e comparativamente com outros operadores de referência?”. O campo de observação abrangeu a FAP e as Forças Aéreas Espanhola, Belga e Suíça. O período temporal analisado foi de 30 anos no caso da FAP e de 20 nas restantes Forças Aéreas. Nesta investigação conclui-se que embora na globalidade das ocorrências (incidentes e acidentes) na FAP, o fator humano contribua com um peso de 41%, verifica-se que no caso específico dos acidentes com perda de aeronave, os fatores humanos têm um peso de 60%. As causas dos acidentes com perda de aeronave têm sido combatidas eficazmente, resultando na diminuição nos últimos 30 anos do número de acidentes com perda de aeronave, por 10.000 HV, estando hoje a FAP, num nível de paridade (em número de acidentes por 10.000 HV) com Forças Aéreas de referência da Europa, nomeadamente as Forças Aéreas de Espanha e Bélgica (e melhor que a Suiça)