Autor(es):
Sousa, Mercês Morais Alçada Castelo-Branco
Data: 2024
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10400.26/49898
Origem: Instituto de Arte, Design e Empresa - Universitário
Assunto(s): Saudade; Nostalgia; Cinema documental autobiográfico; Cinema palimpsesto; Cultura visual; Álbuns de fotografia; Memória; Saudade; Saudade; Nostalgia; Nostalgia; Cinema documental autobiográfico; Cinema documental autobiográfico; Cinema palimpsesto; Cinema palimpsesto; Cultura visual; Cultura visual; Álbuns de fotografia; Álbuns de fotografia; Memória; Memória
Descrição
Com esta dissertação procura-se explorar as semelhanças que existem entre as fotografias de família e o cinema palimpsesto, ambos registos emocionais que aqui são chamados de registos nostálgicos pelo sentimento que transmitem. Aborda-se o conceito de nostalgia e de que maneira afeta o nosso comportamento, a nossa arte e a nossa memória. Isto é feito através das fotografias de família e fotogramas que são colocados em confronto para compreender de que forma podem e conseguem coexistir no mesmo espaço. Como estes registos são representações da nossa memória, congelamentos de momentos e nem sempre nos recordamos deles da forma como realmente ocorreram, são feitas experiências artísticas, às quais chamo de estudos de caso, onde se explora essa ideia. Nestes estudos de caso faz-se uma manipulação e montagem entre fotogramas e fotografias de família onde se concilia técnicas mais digitais com manuais, destacando-se o uso de agulha e linha. Estas são feitas de modo a ilustrar aquilo que pode ser criado por entre essas incongruências da memória e de que maneira essas falhas nos dão espaço para reconstruir e criar novas realidades.