Autor(es):
Rodrigues, Liliana
Data: 2008
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10400.13/4854
Origem: DigitUMa - Repositório da Universidade da Madeira
Assunto(s): Ensino Secundário; Ensino profissional; Currículo; .; Faculdade de Ciências Sociais; Ensino Secundário; Ensino Secundário; Ensino profissional; Ensino profissional; Currículo; Currículo; .; .; Faculdade de Ciências Sociais; Faculdade de Ciências Sociais
Descrição
O ensino secundário, ao se tornar um ensino de massas, tem se organizado e funcionado como um ensino de elites. A sua unificação, longe de produzir uma real igualdade de oportunidades, prorrogou a selecção e a decepção. Ao diversificar, de forma ainda somítica, as modalidades e percursos formativos não foi capaz de produzir efeitos positivos precisamente por estar sobredeterminado pelo academismo e pela desvalorização social. De facto, a frequência das distintas vias do ensino secundário, particularmente o ensino profissional, parece estar marcada pela origem social dos alunos e isto garante a perpetuação da estratificação social. Desde sempre que a escola secundária tem tido o ensino liceal como referência. Ele é a norma, é a identidade. O ensino profissional é o diferente, é a alteridade, é o desvio. É o “Outro”. É o momento do “Nós” e “Eles”. Neste sentido, o que significa a expressão “Escola Inclusiva”?