Author(s):
Soares, Nathaly Ribeiro da Costa
Date: 2022
Persistent ID: https://hdl.handle.net/1884/79011
Origin: Oasisbr
Subject(s): Brasil - Desenvolvimento econômico; China - Desenvolvimento econômico; Brasil - Desenvolvimento econômico; Brasil - Desenvolvimento econômico; China - Desenvolvimento econômico; China - Desenvolvimento econômico
Description
Orientador: Fabio Doria Scatolin
Monografia(Graduação) - Universidade Federal do Paraná,Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Curso de Ciências Econômicas
Resumo: A presente monografia busca analisar as estratégias de desenvolvimento utilizadas pela economia brasileira e chinesa pós-Segunda Guerra até a crise de 2008. Para tanto o estudo conta com uma revisão da teoria do crescimento e das estratégias utilizadas pelas economias emergentes, especificamente, as estratégias apoiadas no livre mercado e, em políticas de industrialização. Estas estratégias formam a base das políticas adotadas pelas economias analisadas ao longo do período. Através de uma análise histórica foi possível identificar que a economia chinesa obteve mais sucesso em relação às políticas adotadas. O pragmatismo que envolve a estratégia chinesa tem possibilitado o desenvolvimento de níveis superiores de vantagens competitivas. Por outro lado, a economia brasileira não possui uma estratégia de inserção dinâmica no comércio internacional, seu modelo de desenvolvimento esta alicerçado prioritariamente em várias de curto prazo. A política de substituição de importações e abertura econômica possui os mesmos fundamentos, falta de competitividade no comércio internacional e conseqüentemente, dependente dos ciclos de liquidez internacional. Na última década, o desenvolvimento dessas economias levou ao aprofundamento das diferenças entre as estratégias adotadas, enquanto a China continua aprimorando suas vantagens competitivas com a diversificação industrial e mudança estrutural da economia. O Brasil apresenta tem apresentado uma tendência à expansão fundamentada no setor agroexportador, o que deixa a economia dependente de vantagens competitivas menos sustentáveis no longo prazo e, portanto, mais vulneráveis aos ciclos de liquidez internacional.