Autor(es):
Marcelino, Ana Isabel ; Martins, Patrícia ; Frade, Ana ; Costa, Maria
Data: 2026
Origem: Onco.News
Assunto(s): Cancro; Cuidados de enfermagem; Prevenção primária e secundária; Quimioterapia; Tromboembolismo venoso; Cancer; Nursing care; Primary and secondary prevention; Antineoplastic agents; Venous thrombosis
Descrição
Introduction: Venous thromboembolism represents a frequent and serious complication in the person with oncologic disease under chemotherapy, increasing morbidity, mortality and overall impact on quality of life. Objective: To understand whether the educational interventions identified and implemented for the person at risk of chemotherapy-associated venous thromboembolism promote self-care in the prevention and management of this complication. Methodology: Descriptive and exploratory study, which includes a nursing intervention structured in two nursing consultations (in-person at Day 1, and non-in-person at Day 8), risk assessment, education about signs and symptoms of venous thromboembolism, healthy lifestyle and therapeutic regimen adherence. The sample consists of 16 participants undergoing ambulatory treatment. Results: Improvement of the self-care behaviour in the maintenance, monitoring, management and confidence in the self-care. Conclusion: Improvement in the health literacy and absence of venous thromboembolic event. Data suggest that the educational intervention constitutes an effective strategy in the prevention and management of venous thromboembolism.
Introdução: O tromboembolismo venoso (TEV) representa uma complicação frequente e grave na pessoa com doença oncológica submetida a quimioterapia, aumentando a morbilidade, mortalidade e impacto na qualidade de vida. Objetivo: Compreender se as intervenções educativas identificadas e implementadas junto da pessoa com risco de TEV associado ao tratamento de quimioterapia são promotoras de autocuidado na prevenção e gestão desta complicação. Metodologia: Estudo descritivo-exploratório, que incluiu uma intervenção de enfermagem estruturada em duas consultas (presencial no D1 e não presencial no D8), avaliação do risco, ensino sobre sinais e sintomas de TEV, estilos de vida saudáveis e adesão ao regime terapêutico. A amostra incluiu 16 participantes em tratamento ambulatório. Resultados: Melhoria dos comportamentos de autocuidado na manutenção, monitorização, gestão e confiança no autocuidado. Conclusão: Aumento da literacia em saúde e ausência de eventos de TEV. Os dados sugerem que a intervenção educativa constitui uma estratégia eficaz na prevenção e gestão do TEV.