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Between right-handed scissors and rigid curricula: depathologize to include

Author(s): Rufino, Angela Maria ; Senna, Luiz Antonio Gomes

Date: 2026

Origin: Da Investigação às Práticas

Subject(s): Neurodiversidade; Educação inclusiva; Formação docente; Processos de aprendizagem; Políticas públicas; Neurodiversity; Inclusive education; Learning processes; Public policies; Teacher Education; Neurodiversidad; Educación inclusiva; Formación docente; Procesos de aprendizaje; Políticas públicas; Neurodiversité; Éducation inclusive; Formation des enseignants; Processus d'apprentissage; Politiques publiques


Description

This study analyzed the articulation between neurodiversity and learning in Brazilian formal education, based on critical frameworks and a qualitative, bibliographic, and documentary approach. The investigation understood neurodiversity as a legitimate expression of the human condition, in opposition to normative-deficit biomedical perspectives. Based on Bakhtinian dialogic analysis, it examined how legal and pedagogical discourses, in some contexts, welcomed, and in others, stigmatized neurocognitive singularities. The analysis of public policies and school practices revealed tensions between legal frameworks and their implementation in everyday educational settings, highlighting the urgency of flexible curricula, critical teacher education, and school cultures that listen to and legitimize diversity. The study concluded that inclusive pedagogy requires not only access but also belonging and the valuing of multiple ways of being, learning, and teaching.

Este estudio analizó la articulación entre neurodiversidad y aprendizaje en la educación formal brasileña, a partir de referentes críticos y de un enfoque cualitativo, bibliográfico y documental. La investigación asumió la neurodiversidad como expresión legítima de la condición humana, en contraposición a las perspectivas biomédicas normativo-deficitarias. Con base en el análisis dialógico bakhtiniano, se examinó cómo los discursos legales y pedagógicos acogieron, en ciertos contextos, y estigmatizaron, en otros, las singularidades neurocognitivas. El análisis de políticas públicas y prácticas escolares reveló tensiones entre los marcos legales y su concreción en la vida cotidiana educativa, lo que puso de relieve la urgencia de currículos flexibles, formación crítica y culturas escolares que escuchen y legitimen la diversidad. Se concluyó que una pedagogía inclusiva exige no solo acceso, sino también pertenencia y valoración de las múltiples formas de ser, aprender y enseñar.

Cette étude a analysé l’articulation entre la neurodiversité et l’apprentissage dans l’éducation formelle brésilienne, à partir de cadres critiques et d’une approche qualitative, bibliographique et documentaire. La recherche a envisagé la neurodiversité comme une expression légitime de la condition humaine, en opposition aux perspectives biomédicales normatives et déficitaires. À partir de l’analyse dialogique bakhtinienne, on a examiné comment les discours juridiques et pédagogiques ont, dans certains contextes, accueilli, et dans d’autres, stigmatisé les singularités neurocognitives. L’analyse des politiques publiques et des pratiques scolaires a révélé des tensions entre les cadres juridiques et leur mise en œuvre dans le quotidien éducatif, ce qui a mis en évidence l’urgence de curricula flexibles, d’une formation critique des enseignants et de cultures scolaires capables d’écouter et de légitimer la diversité. L’étude a conclu qu’une pédagogie inclusive exige non seulement l’accès, mais aussi l’appartenance et la valorisation des multiples façons d’être, d’apprendre et d’enseigner.

Este estudo analisou a articulação entre neurodiversidade e aprendizagem na educação formal brasileira, à luz de referenciais críticos e de uma abordagem qualitativa, bibliográfica e documental. A pesquisa assumiu a neurodiversidade como expressão legítima da condição humana, contrapondo-se às perspectivas biomédicas normativo-deficitárias. Com base na análise dialógica bakhtiniana, investigou-se como os discursos legais e pedagógicos ora acolheram, ora estigmatizaram as singularidades neurocognitivas. Autores como Singer, Armstrong, Araújo e Bolsoni fundamentaram a discussão sobre o direito à diferença, a formação docente e os limites institucionais da inclusão. A análise de políticas públicas e práticas escolares revelou tensões entre os marcos legais e sua materialização concreta, evidenciando a urgência de currículos flexíveis, formação crítica e culturas escolares que escutassem e legitimassem a diversidade. A pesquisa concluiu que uma pedagogia inclusiva exigia não só acesso, mas pertencimento e valorização das múltiplas formas de ser, aprender e ensinar.

Document Type Journal article
Language Portuguese
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