Autor(es):
Cezar Juliatti, Fernando ; Sagata, Erika ; Marinho Juliatti, Breno Cezar
Data: 2013
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Resistência; Métodos de inoculação; Glycine Max (L) Merrill; Sclerotinia sclerotiorum; Resistência; Resistência; Métodos de inoculação; Métodos de inoculação; Glycine Max (L) Merrill; Glycine Max (L) Merrill; Sclerotinia sclerotiorum; Sclerotinia sclerotiorum
Descrição
A podridão branca da haste da soja ou mofo branco tornou-se a segunda doença em importância na cultura no Brasil. Pouco se conhece sobre a resistência de soja ao patógeno. O objetivo do trabalho foi avaliar e definir um método confiável na seleção de genótipos de soja resistentes ao mofo branco, causado por Sclerotinia sclerotiorum. O trabalho baseou-se em diferentes métodos de inoculação. Os testes foram conduzidos em ambiente controlado e à campo. Em condições de laboratório e câmara de crescimento sob condições ótimas de favorabilidade ótima e contínua ao patógeno e em campo com alternância de menor e maior favorabilidade ao mesmo. Para definir qual o melhor método de inoculação, como também os genótipos que possuem maior resistência parcial calcularam-se correlações pelo coeficiente de Spearman entre os métodos avaliados e métodos com o ranking geral das genótipos ou cultivares. O melhor método para avaliação da resistência de genótipos de soja ao mofo branco foi a inoculação realizada com ferimento no terço médio da planta onde estas se encontravam no final do florescimento e início de enchimento dos grãos, com discos de BDA e avaliadas 14 dias após a inoculação (rs=0,86) A cultivar que poderá ser considerada com padrão de resistência em outros estudos foi a Emgopa 316, sendo o padrão de suscetibilidade a BRSMG Garantia e BRSMG 68 Vencedora, sendo este último o genótipo mais suscetível ao mofo branco.