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Creative ecological intuition in economic decision-making in democracy: the case of Banco Finapop

Author(s): Moroni, Juliana ; Pereira Junior, Alfredo

Date: 2022

Origin: Oasisbr

Subject(s): ecological intuition; creativity; decision-making; affordance; Finapop.; intuição ecológica; criatividade; tomada de decisão; affordance; Finapop.; ecological intuition; creativity; decision-making; affordance; Finapop.; ecological intuition; creativity; decision-making; affordance; Finapop.; intuição ecológica; criatividade; tomada de decisão; affordance; Finapop.; intuição ecológica; criatividade; tomada de decisão; affordance; Finapop.


Description

The theory of two systems (see Kahneman, 2011) in its several versions assumes that human decision-making is based on two cognitive systems, one that is automatic, fast, acting with minimal cognitive effort, intuitive (see Morewedge & Kahneman, 2010) and mostly unconscious, and one that is reflexive, slow, acting with intense cognitive effort, rational and fully conscious. In this work we investigate the theory of the two systems and their application in the economy of Democratic Governments with special emphasis on Kahneman's Two Systems Theory (2011). We consider his approach incomplete and limited in accounting for the intuitive process that drives decision making.  This limitation leads us to argue for the existence of a third system in decision-making in Economy, the creative ecological intuition based on the attunement between affective drives and direct perception of affordances, addressing not only the dispositions and goals of agents, but also the social and environmental responsibility of corporations and governments. We argue that the third decision-making system we propose implies a concept of intuition that is different from the type of association process discussed by Morewedge and Kahneman (2010), and give an example of the third system operation the decision-making process that led to the formation of theFinapop Bank, in Brazil.

A teoria dos dois sistemas (Kahneman, 2011), em suas várias vertentes, assume que a tomada de decisão humana é baseada em dois sistemas cognitivos: um que é automático, rápido, agindo com mínimo esforço cognitivo, intuitivo (no sentido de Morewedge & Kahneman, 2010), e majoritariamente inconsciente; e outro que é reflexivo, lento, atuando com intenso esforço cognitivo, racional e totalmente consciente. Neste trabalho, investigamos a teoria dos dois sistemas e sua aplicação na tomada de decisão econômica em governos democráticos, com ênfase especial na proposta de Kahneman. Consideramos sua abordagem incompleta e limitada na explicação do processo intuitivo que orienta a tomada de decisão. Essa limitação nos leva a defender a existência de um terceiro sistema de tomada de decisão em Economia: a intuição ecológica criativa, baseada no attunement entre affective drives e percepção direta de affordances, abordando não só as disposições e objetivos dos agentes, mas também a responsabilidade socioambiental das empresas e governos. Argumentamos que o terceiro sistema de tomada de decisão que propomos implica um conceito de intuição diferente do associativismo de ideias de Simon (1992), e damos como exemplo do funcionamento do terceiro sistema o processo de tomada de decisão que conduziu à formação do Banco Finapop, no Brasil.

Document Type Journal article
Language Portuguese
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