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A pintura do autorretrato contemporâneo em portugal : breve panorâmica

Author(s): Pacheco, Maria Emília Vaz

Date: 2012

Persistent ID: http://hdl.handle.net/10437/3269

Origin: ReCiL - Repositório Científico Lusófona

Subject(s): SIGNO; AUTORRETRATO; AUTO-OBSERVAÇÃO; AUTOCONSCIÊNCIA; SELF-PORTRAIT; SELF-OBSERVATION; SELF-CONSCIOUSNESS; SIGNO; SIGNO; AUTORRETRATO; AUTORRETRATO; AUTO-OBSERVAÇÃO; AUTO-OBSERVAÇÃO; AUTOCONSCIÊNCIA; AUTOCONSCIÊNCIA; SELF-PORTRAIT; SELF-PORTRAIT; SELF-OBSERVATION; SELF-OBSERVATION; SELF-CONSCIOUSNESS; SELF-CONSCIOUSNESS


Description

Associado a histórias de fascínio, envolvendo conceitos como mitologia, lenda, simbologia, narcisismo, afirmação, reivindicações múltiplas, semelhança, realismo, naturalismo, introspeção… o autorretrato é repositório de uma imensa complexidade, suscetível de formulações inesgotáveis, na ótica da semântica e da polissemia. Na época medieval, a imagem que de si deixou o pintor remete para o esbatimento da identidade individual, dada a sua inserção em contextos de representações sagradas, ou a sua apresentação como personagem histórica ou mitológica. A autonomia intelectual foi reconhecida durante o Renascimento, sensível à representação do indivíduo e à valorização do retrato, com base na fi delidade ao motivo e na singularidade do indivíduo. O autorretrato conquistou a sua independência. Com o Romantismo afirma-se o autorretrato introspetivo, a caminho da negação da autoimagem fundamentada na semelhança/parecença, que vai acompanhar as tendências do não figurativismo, as quais aparecem e se desenvolvem no século XX. O autorretrato continua a mediar a busca identitária.

Document Type Journal article
Language Portuguese
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