Author(s): Araújo, Luís Manuel de
Date: 1996
Persistent ID: https://hdl.handle.net/10437/3611
Origin: ReCiL - Repositório Científico Lusófona
Subject(s): MUSEUS; ARTE EGÍPCIA; ARQUEOLOGIA; MUSEOLOGIA; MUSEOLOGY; MUSEUMS; EGIPTIAN ART; ARCHAEOLOGY
Author(s): Araújo, Luís Manuel de
Date: 1996
Persistent ID: https://hdl.handle.net/10437/3611
Origin: ReCiL - Repositório Científico Lusófona
Subject(s): MUSEUS; ARTE EGÍPCIA; ARQUEOLOGIA; MUSEOLOGIA; MUSEOLOGY; MUSEUMS; EGIPTIAN ART; ARCHAEOLOGY
Vem já de muito longa data o gosto e a prática de coleccionar antiguidades egípcias, acção que conheceu notório desenvolvimento após a expedição conduzida pelo general Bonaparte no Egipto, em finais do século XVIII. Depois, durante todo o século XIX, foi a corrida aos vestígios do passado faraónico, em que os actos de rapina e saque de muitos aventureiros ombrearam com o trabalho meritório e metódico dos diversos egiptólogos que, após as descobertas filológicas de Champollion, as descrições impulsionadoras de Lepsius e as actividades incansáveis de Mariette, passaram muitos anos das suas vidas no país do Nilo e estabeleceram em bases firmes a ciência egiptológica.