Autor(es):
Leite, Pedro Pereira
Data: 2019
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10437/9749
Origem: ReCiL - Repositório Científico Lusófona
Assunto(s): MUSEOLOGIA; SOCIOMUSEOLOGIA; APRENDIZAGEM; ESPAÇOS URBANOS; SUSTENTABILIDADE; MUSEOLOGY; SOCIOMUSEOLOGY; LEARNING; URBAN SPACES; SUSTAINABILITY; MUSEOLOGIA; MUSEOLOGIA; SOCIOMUSEOLOGIA; SOCIOMUSEOLOGIA; APRENDIZAGEM; APRENDIZAGEM; ESPAÇOS URBANOS; ESPAÇOS URBANOS; SUSTENTABILIDADE; SUSTENTABILIDADE; MUSEOLOGY; MUSEOLOGY; SOCIOMUSEOLOGY; SOCIOMUSEOLOGY; LEARNING; LEARNING; URBAN SPACES; URBAN SPACES; SUSTAINABILITY; SUSTAINABILITY
Descrição
Neste trabalho apresentamos 5 fragmentos sobre processos de museologia social em Portugal, que demostram o potencial libertador em espaço urbanos. Nos cinco fragmentos, que usamos recorrendo á inspiração de Walter Benjamim, propomos um reconhecimento do mundo como relevância, refletindo a partir da poética museológica na busca do direito á memória como processo de liberdade e criação de justiça cognitiva em espaços de cidadania. Partimos duma abordagem do potencial transformador da ideia de liminaridade, daqueles que se encontram em espaços de fronteira ou de renovação, em que ainda não sendo o que procuram ser, e já não sendo os seres anteriores, encontram-se num interstício que tudo permite. Daqueles que se encontram num momento de passagem. Depois, analisamos os processo de criação de comunidades sustentáveis a partir da educação patrimonial. Com essas interrogações analisamos cinco casos de processos em Portugal para defendermos que a museologia social se pode constituir como uma ferramenta de transformação social para as comunidades em situações de liminaridade, e que essa transição pode ser libertadora e emancipatória através da exploração do potencial das ferramentas da museologia social, como sejam os inventários participativos, as práticas de educação patrimonial e de co criação.