Autor(es): Fernandes, Maria Malta
Data: 2012
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10400.22/4989
Origem: Repositório Científico do Instituto Politécnico do Porto
Autor(es): Fernandes, Maria Malta
Data: 2012
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10400.22/4989
Origem: Repositório Científico do Instituto Politécnico do Porto
Com o presente estudo pretende-se demonstrar que o risco da perda da coisa, objecto de um contrato de compra e venda com reserva de propriedade, deverá ser imputável ao adquirente, fundamentando tal solução não somente na teoria do risco consagrada pelo legislador português no art. 796º do Código Civil, segundo a qual a passagem do risco se dá com a transferência da propriedade da coisa para o adquirente, mas essencialmente no sinalagma que carateriza o tipo de contrato em análise.