Autor(es): Serra, Luís
Data: 2022
Identificador Persistente: https://hdl.handle.net/20.500.12207/5790
Origem: Repositório Institucional do IPBeja
Assunto(s): Redes elétricas; Trabalhos em tensão; Segurança no trabalho
Autor(es): Serra, Luís
Data: 2022
Identificador Persistente: https://hdl.handle.net/20.500.12207/5790
Origem: Repositório Institucional do IPBeja
Assunto(s): Redes elétricas; Trabalhos em tensão; Segurança no trabalho
Assegurar a continuidade do serviço de fornecimento de energia elétrica é, nos dias de hoje, um dos fatores de maior importância para os seus distribuidores e consumidores, pelo que se procura, cada vez mais, promover, aplicar e desenvolver técnicas e materiais para otimizar os Trabalhos Em Tensão (TET), de forma a minimizar o impacto das intervenções nas redes elétricas, de transporte e de distribuição. No entanto, nada se deverá sobrepor à segurança dos trabalhadores, pois o trabalho desempenha um papel central na vida destes operacionais, sendo que independentemente da importância dos objetivos de qualquer organização, estas têm uma obrigação legal e moral de proporcionar ambientes laborais seguros e saudáveis de modo a alcançar os seus objetivos. O presente estudo de caso, assenta fundamentalmente numa análise empírica de carater reflexivo, relativamente a um conjunto de dados recolhidos numa empresa do setor elétrico, referentes a um período de 10 anos, de modo a perceber qual o impacto que certas medidas adotadas pela organização tiveram na influência dos índices de sinistralidade. Em suma, o autor pretende com esta análise perceber qual o impacto que todo o investimento canalizado pela organização na gestão da segurança durante dez anos (10) teve nos índices de sinistralidade nomeadamente nos ocorridos em Postos de Transformação (PT). “.. Ficará evidente que dos resultados obtidos independentemente das medidas em análise, se o indicador referente à sinistralidade for influenciado no sentido dos objetivos da organização, então poderemos afirmar, que a “aposta” elevará o seu nível de cultura de segurança...”