Autor(es):
Barros, Mafalda de Almeida de Castro Guimarães
Data: 2020
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10400.21/13151
Origem: Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa
Assunto(s): Energias renováveis; Renewable energies; Painéis fotovoltaicos; Photovoltaic panels; Baterias; Batteries; Autoconsumo; Self-consumption; Avaliação económica; Economic evaluation; Energias renováveis; Energias renováveis; Renewable energies; Renewable energies; Painéis fotovoltaicos; Painéis fotovoltaicos; Photovoltaic panels; Photovoltaic panels; Baterias; Baterias; Batteries; Batteries; Autoconsumo; Autoconsumo; Self-consumption; Self-consumption; Avaliação económica; Avaliação económica; Economic evaluation; Economic evaluation
Descrição
A presente dissertação teve como objetivo fazer um estudo técnico-económico de um sistema de autoconsumo fotovoltaico, num equipamento coletivo, mais precisamente, numa IPSS. A principal característica deste projeto é que a sua implementação prática já existe, deste modo, através da utilização dos mesmos materiais e mesmas condições de radiação e temperatura, fez-se uma comparação do modelo teórico utilizado com o existente à priori, podendo assim validar os resultados obtidos, por método comparativo, e provar a precisão dos modelos utilizados no presente trabalho. Ao fazer-se a comparação dos valores teóricos obtidos com os valores exatos verifica-se que a energia anual produzida pelo sistema PV tem 1% de erro em relação ao valor prático, o autoconsumo 2,7% e a autonomia 3,7%. Em termos anuais, estes erros refletem-se numa diferença na poupança anual na fatura de energia em cerca de 108€, tratando-se o valor total da poupança anual à volta de 11280€. Em acrescento, foi introduzido um estudo de armazenamento através da adição de baterias, onde foram testadas várias hipóteses, a fim de encontrar uma solução economicamente mais viável que a já existente na prática. Com a adição de baterias, apesar de não haver um aumento da energia anual produzida, houve um aproveitamento da mesma, onde foi priorizado o armazenamento da energia para consumo em deterioramento da venda de mesma. Deste modo, dimensionou-se o número de baterias capaz de armazenar energia até haver um aproveitamento total do autoconsumo, passando de 70,2% para 100%, aumentando igualmente a autonomia de 28,2% para 40%. Ao longo do projeto, através dos resultados obtidos tanto a nível energético como económico, são evidenciadas as vantagens e inconvenientes de uma crescente libertação da rede, por parte dos consumidores, concluindo-se que, apesar de vantajoso, em termos energéticos, a utilização de baterias ainda não é a solução mais viável em termos económicos.