Autor(es):
Rocha, Cristina Maria Sousa Figueirinha
Data: 2012
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10400.19/1526
Origem: Repositório Científico do Instituto Politécnico de Viseu
Assunto(s): Adaptação psicológica; Criança; Criança hospitalizada; Enfermagem pediátrica; Hospitalização; Mãe; Pai; Pais; Stresse psicológico; Adaptation, psychological; Child; Child, hospitalized; Coping; Fathers; Hospitalization; Mothers; Parents; Pediatric nursing; Stress, psychological; Adaptação psicológica; Adaptação psicológica; Criança; Criança; Criança hospitalizada; Criança hospitalizada; Enfermagem pediátrica; Enfermagem pediátrica; Hospitalização; Hospitalização; Mãe; Mãe; Pai; Pai; Pais; Pais; Stresse psicológico; Stresse psicológico; Adaptation, psychological; Adaptation, psychological; Child; Child; Child, hospitalized; Child, hospitalized; Coping; Coping; Fathers; Fathers; Hospitalization; Hospitalization; Mothers; Mothers; Parents; Parents; Pediatric nursing; Pediatric nursing; Stress, psychological; Stress, psychological
Descrição
A hospitalização de uma criança constitui uma experiência stressante, conduzindo muitas vezes a vivências de sofrimento por parte desta e dos pais, nas quais têm interferência diversos factores. Os objectivos deste estudo foram analisar a influência de variáveis clínicas da criança no nível de stress parental; determinar se a idade e sexo da criança hospitalizada influenciam o nível de stress parental e identificar a relação entre as variáveis sócio demográficas dos pais e os níveis de stress parental em pais de crianças hospitalizadas no CHTV-EPE. Trata-se de um estudo quantitativo de corte transversal, descritivo-correlacional, efectuado numa amostra não probabilística por conveniência de 125 Pais (96 mães e 29 pais), com uma média de idade de 32,74 anos, acompanhantes de crianças hospitalizadas. O protocolo de avaliação incluiu um instrumento de caracterização sócio demográfica da amostra e a Escala de stress parental de Mixão, Leal e Maroco (2010). Os resultados evidenciaram que as variáveis clínicas, nomeadamente a presença de doença crónica na criança, as experiências anteriores de recorrer à urgência, o tempo de internamento entre 8-15 dias e os pais que referiram ter poucas ou nenhumas oportunidades para cuidar dos seus filhos durante o internamento, se associavam a maiores níveis de stress parental, assim como os pais das crianças de idade inferior a 2 anos, nas dimensões medos e angústias e o stress parental total. Da mesma forma, os pais com ensino básico e 2º e 3º ciclo e com rendimento familiar baixo, apresentaram maiores níveis de stress nas dimensões preocupações, medos e angústias e stress total e de satisfação, os pais que assumem ter apoio social. Face aos resultados, conclui-se que o stress parental deve ser considerado um foco de atenção em enfermagem pediátrica, que vise escutar as preocupações dos pais, decorrentes da hospitalização da criança e definir estratégias de apoio adequado e da sua capacitação, em prol da autonomia parental e do saudável desenvolvimento das crianças. Palavra-chave: Pais, Parentalidade, Stress Parental, Criança Hospitalizada.