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A regulação emocional, autoconsciência e satisfação com a vida em jovens institucionalizados e não institucionalizados

Author(s): Neves, Susana Raquel Martins

Date: 2015

Persistent ID: http://hdl.handle.net/10400.19/2957

Origin: Repositório Científico do Instituto Politécnico de Viseu

Subject(s): Crianças e jovens; Emoções; Institucionalização; Regulação emocional; Autoconsciência; Satisfação com a vida; Children and adolescents; Life satisfaction; Emotions; Institutionalization; Emotional regulation; Self-awareness; Crianças e jovens; Crianças e jovens; Emoções; Emoções; Institucionalização; Institucionalização; Regulação emocional; Regulação emocional; Autoconsciência; Autoconsciência; Satisfação com a vida; Satisfação com a vida; Children and adolescents; Children and adolescents; Life satisfaction; Life satisfaction; Emotions; Emotions; Institutionalization; Institutionalization; Emotional regulation; Emotional regulation; Self-awareness; Self-awareness


Description

A literatura científica tem evidenciado que a capacidade de regulação emocional e a autoconsciência estão presentes no funcionamento adaptativo ou psicopatológico, contudo a influência dessas variáveis na satisfação com a vida tem sido pouco estudada teoricamente. Neste estudo pretende-se analisar a relação dessas variáveis, da regulação emocional, autoconsciência e satisfação com a vida com as características da amostra, género, idade e institucionalização. Participaram no estudo 47 jovens tanto institucionalizados como não institucionalizados, de ambos os sexos. Foram administrados, a todos os participantes, dois instrumentos sendo eles a escala Emotion Regulation Index for Children and Adolescents (ERICA) traduzida e aferida para a população portuguesa por Reverendo e Machado (2011) e a escala Satisfaction With Life Scale (SWLS) traduzida e aferida para a população portuguesa por Simões (1992) para avaliar a capacidade de regulação emocional e a satisfação com a vida. A satisfação com a vida não apresentou diferenças significativas quanto às variáveis independentes, já a regulação emocional demonstrou diferenças significativas quanto ao género, salientando-se o feminino. Os resultados revelam-se promissores ao nível da compreensão da capacidade de regulação emocional, autoconsciência e satisfação com a vida.

Document Type Master thesis
Language Portuguese
Contributor(s) Instituto Politécnico de Viseu; Martins, Emília; Magalhães, Cátia
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