Document details

A tradução é um lugar estranho, ou perdidos na tradução?

Author(s): Miguel, Maria Augusta Cavaco

Date: 2006

Persistent ID: http://hdl.handle.net/10400.3/1097

Origin: Repositório da Universidade dos Açores

Subject(s): Equivalência; Interpretação; Tradução; Equivalência; Equivalência; Interpretação; Interpretação; Tradução; Tradução


Description

Um dos problemas que se põe ao tradutor é a gestão da conflitualidade entre a fidelidade a um texto de partida e a liberdade de que dispõe para a transposição do mesmo para a língua de chegada. Esta problemática é bem visível na "tradução", se assim se lhe poder chamar, dos títulos de alguns filmes, em que a transcodificação para a versão portuguesa se desvia integralmente da semântica do original. Segundo Nida (2000), existem dois tipos de equivalência: a equivalência formal, que consiste em encontrar correspondentes directos na língua de chegada e a equivalência dinâmica, cujo objectivo é o de obter nos receptores um efeito equivalente àquele que o texto produz no receptor do texto de partida. Eco (2005), por seu lado, apresenta uma visão mais lata, ao ter em linha de conta uma tradução que se pode situar a um nível semiótico. É com base nestes pressupostos que nos propomos analisar o rigor na tradução e a tradução como um acto criativo.

Document Type Conference object
Language Portuguese
Contributor(s) Repositório da Universidade dos Açores
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