Autor(es): Amaral, Carlos Eduardo Pacheco
Data: 1998
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10400.3/9062
Origem: Repositório da Universidade dos Açores
Assunto(s): Autonomia; Filosofia Política; Regionalismo
Autor(es): Amaral, Carlos Eduardo Pacheco
Data: 1998
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10400.3/9062
Origem: Repositório da Universidade dos Açores
Assunto(s): Autonomia; Filosofia Política; Regionalismo
No próprio momento em que o modelo estatal moderno de organização política atinge uma dimensão universal, alastrando-se por todo o planeta, do Ocidente que o gerou surge uma sér5ie de desafios que o atingem nas suas características mais nucleares, atirando-o para uma crise profunda e apontando para a sua substituição por um modelo alternativo. O período que se seguiu às duas guerras mundiais que neste século abalaram a Europa tem vindo a demonstrar, até à saciedade, que o Estado não é mais capaz de assegurar as tarefas que lhe estavam reservadas, nem mesmo as mais fundamentais, de garantia da ordem e da segurança, internas e externas, de fornecimento dos quadros político e jurídico responsáveis pela regulamentação da convivência social, e de implementação das condições de solidariedade e de justiça adequadas para a construção ética de uma boa sociedade.