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Incidence of symptoms of musculoskeletal disorders among health professionals in a Portuguese emergency service: a correlational study

Author(s): Castanheira, Joana Antunes ; Duarte, Hugo Miguel Santos ; Pereira, Ana Sofia Ferreira ; Pragosa, Ângela Marina da Costa ; Santos, Edna Tatiana Prazeres ; Ventura, Maria Clara Amado Apóstolo

Date: 2024

Persistent ID: http://hdl.handle.net/10400.14/53450

Origin: Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa

Subject(s): Emergency service-hospital; Healthcare providers; Injuries; Musculoskeletal symptoms; Rehabilitation nursing; Enfermagem em reabilitação; Lesões; Profissionais de saúde; Serviço hospitalar de emergência; Sintomatologia musculoesquelética; Enfermería en rehabilitación; Lesiones; Profesionales sanitarios; Servicio de urgencia en hospital; Sintomatología musculoesquelética


Description

Background: Health professionals working in an emergency setting are vulnerable to the development of musculoskeletal disorders. These conditions reduce productivity and increase costs for healthcare institutions. Objective: To determine the incidence of symptoms of musculoskeletal disorders among health professionals in a Portuguese emergency service. Methodology: A quantitative, descriptive, and correlational study was conducted with a sample of 109 participants, through the self-administration of the Nordic Musculoskeletal Questionnaire. The instrument collected data on the sample’s personal, educational, and professional description, perceptions of general health status, and symptoms of musculoskeletal disorders. Results: The results showed that 84.40% of health professionals reported having symptoms of muscu-loskeletal disorders, with the lower back being the most commonly identified body region, and nurses being the professional group with the highest percentage (41.18%). Conclusion: The high incidence of health professionals with symptoms of musculoskeletal disorders indicates a need for interventions by nurse specialists in rehabilitation nursing.

Enquadramento: Os profissionais de saúde que desempenham funções num serviço de urgência são suscetíveis à presença de sintomatologia musculoesquelética, traduzindo-se numa diminuição da produtividade e custos para as instituições. Objetivo: Identificar a incidência de sintomatologia musculoesquelética nos profissionais de saúde de um serviço de urgência português. Metodologia: Foi realizado um estudo quantitativo, descritivo e correlacional, utilizando uma amostra de 109 participantes, através da aplicação de um questionário constituído por: caraterização pessoal, académica e profissional; caraterização da perceção do estado geral de saúde; e caracterização da sintomatologia musculoesquelética, através do preenchimento do Questionário Nórdico Musculoesquelético. Resultados: Os resultados revelaram que 84,40% dos profissionais de saúde referem sintomatologia musculoesquelética, sendo a região lombar a mais enunciada e o grupo profissional que referiu maior percentagem foram os Enfermeiros (41,18%). Conclusão: Contatou-se uma elevada incidência de profissionais de saúde com sintomatologia musculoesquelética, identificando-se assim uma necessidade de intervenção do enfermeiro de reabilitação.

Marco contextual: Los profesionales sanitarios que trabajan en un servicio de urgencias son susceptibles de padecer síntomas musculoesqueléticos, lo que se traduce en una reducción de la productividad y en costes para las instituciones. Objetivo: Identificar la incidencia de síntomas musculoesqueléticos entre los profesionales sanitarios de un servicio de urgencias portugués. Metodología: Se realizó un estudio cuantitativo, descriptivo y correlacional, a partir de una muestra de 109 participantes, mediante la aplicación de un cuestionario compuesto por: caracterización personal, académica y profesional; caracterización de la percepción del estado de salud general, y caracterización de los síntomas musculoesqueléticos, mediante la cumplimentación del Cuestionario Musculoesquelético Nórdico. Resultados: Los resultados mostraron que el 84,40% de los profesionales sanitarios señalaron síntomas musculoesqueléticos, de los cuales la región lumbar fue la más mencionada y el grupo profesional que notificó el porcentaje más elevado fue el de los enfermeros (41,18%). Conclusión: Se observó una elevada incidencia de profesionales sanitarios con síntomas musculoesqueléticos, que puso de manifiesto la necesidad de una intervención del enfermero de rehabilitación.

Document Type Research article
Language English
Contributor(s) Veritati
CC Licence
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