Autor(es):
Daubner, Andreas Paul
Data: 2026
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10400.14/59827
Origem: Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
Assunto(s): Agentic AI; Accounts payable; AI assurance; AI insurance; Willingness to adopt; Decision-making; Dynamic capabilities; Trust signalling; IA agêntica; Contas a pagar; Asseguração de IA; Seguro de IA; Disposição para a adoção; Tomada de decisão; Capacidades dinâmicas; Sinalização de confiança
Descrição
Trust and acceptance of AI remain limited as autonomy increases and systems initiate action. Agentic AI introduces risks of hallucinations, prompt injection, diffuse accountability, and cybersecurity vulnerabilities that become acute in payment-critical processes such as accounts payable. Assurance establishes trust through reliability and auditability; insurance translates residual risk into a transferable position. Yet evidence on how both shape adoption willingness remains scarce.This thesis investigated how assurance and insurance, individually and jointly, affect willingness to adopt agentic AI in payment-critical accounts-payable processes.A mixed-methods design was applied. Twelve semi-structured expert interviews shaped a subsequent survey with 117 responses. Assurance emerged as a foundational adoption condition, operating as an institutional trust anchor that reduced perceived residual risk and lifted willingness to adopt once minimum controls were in place. Insurance contributed independently as a trust signal, elevating trust perception without altering residual risk. Decision-makers attributed adoption primarily to control mechanisms, while insurance was rarely named as a decision driver despite its statistically significant effect.Read through the lens of Dynamic Capabilities, assurance operates as an institutional enabler of the seizing capability, while insurance constitutes a separable, signalling-based dimension, with implications for vendor architecture, insurer coverage design, and decision-maker prioritisation of controls.
A confiança na IA permanece limitada à medida que a autonomia aumenta, sobretudo em processos críticos como contas a pagar, onde a IA agêntica suscita riscos particularmente agudos. A asseguração gera confiança pela fiabilidade e auditabilidade; o seguro converte o risco residual numa posição transferível. Contudo, as evidências sobre o seu efeito na adoção permanecem escassas.A tese investigou como asseguração e seguro, isoladamente e em conjunto, afetam a disposição para adotar IA agêntica em contas a pagar.Foi aplicado um desenho de métodos mistos: doze entrevistas com especialistas moldaram um inquérito subsequente com 117 respostas. A asseguração emergiu como condição fundamental, atuando como âncora institucional que reduziu o risco residual percebido e elevou a prontidão para adoção, uma vez implementados os controlos mínimos. O seguro contribuiu de forma independente como sinal de confiança, elevando a perceção sem alterar o risco residual. Os decisores atribuíram a adoção sobretudo aos controlos, raramente nomeando o seguro como fator decisivo.Sob a lente das Capacidades Dinâmicas, a asseguração opera como facilitador institucional da capacidade de aproveitamento (seizing), enquanto o seguro constitui uma dimensão separável e baseada em sinalização, com implicações para fornecedores, seguradoras e decisores.