Author(s):
Crainic, Dominique Daniel
Date: 2026
Persistent ID: http://hdl.handle.net/10400.14/59847
Origin: Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
Subject(s): Signaling theory; Brand trust; Perceived production constraint reduction; Generative AI; Cue diagnosticity; Signal reliance; Hygiene factor; Redistribution; Consumer behavior; Teoria da sinalização; Confiança na marca; Redução percebida das restrições de produção; Inteligência artificial generativa; Diagnosticidade de pistas; Dependência de sinais; Fator de higiene; Redistribuição; Comportamento do consumidor
Description
Generative AI has sharply lowered the cost and expertise required to produce professional-grade brand communication, suggesting that production quality may no longer function as a credibility signal (Spence, 1973; Erdem & Swait, 2004). This study introduces Perceived Production Constraint Reduction (PPCR), the belief that polished marketing content has become easy to produce and examines how PPCR reshapes the signals consumers rely on when judging brand trustworthiness.Signaling theory predicts that as production constraints erode, consumers shift reliance toward intact-constraint signals — reputation and external validation. However, an unexpected pattern emerged during data exploration: PPCR was positively associated with reliance on production signals. This motivated a hygiene-factor account in which polish becomes a minimum threshold, not a differentiator — its absence penalizes, but its presence is taken for granted. H1 frames this relationship as positive; H2 and H3 retain the redistribution prediction; H4a–H4c specify that each reliance construct predicts brand trust.A cross-sectional survey (n = 140) tested the model through hierarchical regression and bootstrap mediation. H1, H2, and H3a were supported at p < .05; H3b reached trend level only. No indirect effect reached significance; the PPCR → peer validation → brand trust path came closest (ab = 0.031, 95% CI [−0.005, 0.079]). The model accounted for 35.3% of variance in brand trust. All findings are associations, not causal effects, and H1 should be interpreted as an exploratory pattern awaiting independent replication.
A IA generativa reduziu drasticamente os custos de produzir comunicação de marca profissional, sugerindo que a qualidade de produção poderá ter deixado de funcionar como sinal credível (Spence, 1973; Erdem & Swait, 2004). Este estudo introduz a Redução Percebida das Restrições de Produção (PPCR), a crença de que produzir conteúdo de marketing de qualidade se tornou acessível, e examina como reconfigura os sinais usados para avaliar a fiabilidade das marcas.A teoria da sinalização prevê que os consumidores reorientam a confiança para sinais com restrições intactas, reputação e validação externa. Porém, emergiu um padrão inesperado: a PPCR associou-se positivamente à dependência dos sinais de produção, motivando a hipótese do fator de higiene: a qualidade de produção passa a funcionar como limiar mínimo, não diferenciador. H1 enquadra esta relação como positiva; H2 e H3 mantêm a redistribuição; H4a–H4c especificam que cada constructo prediz a confiança na marca.Um inquérito transversal (n = 140) testou o modelo por regressão hierárquica e mediação por bootstrap. H1, H2 e H3a foram apoiadas com p < .05; H3b atingiu apenas tendência. Nenhum efeito indireto atingiu significância; o caminho PPCR → validação por pares → confiança na marca foi o mais próximo (ab = 0,031, IC 95% [−0,005, 0,079]). O modelo explicou 35,3% da variância na confiança na marca. Os resultados são associações, não causais, e H1 deverá ser interpretada como padrão exploratório a aguardar replicação independente.