Author(s):
Costa, Paula Bonfim Almeida
Date: 2017
Origin: Oasisbr
Subject(s): Ciências da Saúde; Tomografia Computadorizada por Raios X; Mandíbula; Osteotomia Sagital do Ramo Mandibular; Ciências da Saúde; Ciências da Saúde; Tomografia Computadorizada por Raios X; Tomografia Computadorizada por Raios X; Mandíbula; Mandíbula; Osteotomia Sagital do Ramo Mandibular; Osteotomia Sagital do Ramo Mandibular
Description
Submitted by Hiolanda Rêgo (hiolandarego@gmail.com) on 2017-07-27T18:24:59Z No. of bitstreams: 1 Dissertação_ODONTO_ Paula Bonfim Almeida Costa.pdf: 1259102 bytes, checksum: e7ee60948be73b9f9f6b377851c9d21c (MD5)
Approved for entry into archive by Delba Rosa (delba@ufba.br) on 2017-07-28T14:17:52Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissertação_ODONTO_ Paula Bonfim Almeida Costa.pdf: 1259102 bytes, checksum: e7ee60948be73b9f9f6b377851c9d21c (MD5)
Made available in DSpace on 2017-07-28T14:17:52Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertação_ODONTO_ Paula Bonfim Almeida Costa.pdf: 1259102 bytes, checksum: e7ee60948be73b9f9f6b377851c9d21c (MD5)
FAPESB
Objetivo: O objetivo deste estudo foi determinar a distância de fusão das corticais látero-mediais do ramo mandibular, superior e posterior à língula, em pacientes com diferentes padrões esqueléticos. Metodologia: Foram utilizadas imagens tomográficas de 120 indivíduos, de ambos os gêneros, na faixa etária entre 18 e 46 anos. A mensuração da distância de fusão das corticais látero-mediais do ramo mandibular foi realizada após a reconstrução tridimensional e multiplanar de um dos lados da mandíbula, utilizando como ponto de referência a junção superior da língula com a face medial do ramo, denominado de ponto “Z”. No corte axial, foi mensurado o término posterior da substância esponjosa, ou seja, a distância de fusão das corticais látero-mediais do ramo mandibular posterior à língula, a partir do ponto Z. E no corte coronal, foi determinado o término superior da substância esponjosa, ou seja, a distância de fusão das corticais látero-mediais do ramo mandibular superior à língula, a partir do ponto Z. A determinação do padrão esquelético no sentido ântero-posterior foi realizada com base na associação dos valores de ANB e WITS, e o padrão esquelético no sentido vertical foi determinado através do ângulo GoGn-SN, ambos mensurados no escanograma dos indivíduos. Resultados: Das 120 imagens tomográficas avaliadas, 60 eram de indivíduos ortognatas, 38 de retrognatas e 22 de prognatas. A média da distância de fusão das corticais látero-mediais do ramo mandibular superior à língula, a partir do ponto Z, foi de 8,23mm, 8,05mm e 5,23mm, no grupo de indivíduos ortognatas, retronatas e prognatas, respectivamente. Em relação à média da distância de fusão das corticais posterior à língula, a partir do ponto Z, foram encontrados os seguintes valores: 10,94mm, 10,39 e 6,29mm, para os ortognatas, retrognatas e prognatas, respectivamente. O teste paramétrico ANOVA revelou que há relação estatisticamente significante entre a distância de fusão das corticais superior e posterior à língula e os diferentes padrões esqueléticos no sentido ântero-posterior (p < 0,001). De acordo com o teste a posteriori de Bonferroni, não houve diferença estatisticamente significante entre os valores encontrados nos padrões ortognata e retrognata. Mas observou-se diferença estatisticamente significante entre os padrões ortognata e prognata, e entre os padrões retrognata e prognata, tanto para a distância de fusão superior, quanto posterior à língula. Em relação ao padrão esquelético no sentido vertical, o teste de correlação de Pearson revelou que há correlação entre o ângulo GoGn-SN e a distância de fusão das corticais superior à língula (r = -0,340; p < 0,01), e também há correlação entre o ângulo GoGn-SN e a distância de fusão posterior à língula (r = -0,318; p < 0,01). Conclusão: A distância de fusão entre as corticais látero-mediais do ramo mandibular superior e posterior à língula é menor nos indivíduos prognatas, quando comparado com os ortognatas e retrognatas, entretanto, não houve diferença estatisticamente significante entre os ortognatas e retrognatas. Há correlação negativa entre o padrão esquelético no sentido vertical (ângulo GoGn-SN) e a distância de fusão das corticais superior e posterior à língula.