Autor(es):
Mariana de Moraes Silveira
Data: 2021
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/1843/37224
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Intelectuais; Direito; Revistas; Governo Vargas; Advogados; Direito Brasil História; Brasil Política e governo 1930-1945; Brasil História Estado Novo, 1937-1945; Direito Periódicos; Intelectuais; Intelectuais; Direito; Direito; Revistas; Revistas; Governo Vargas; Governo Vargas; Advogados; Advogados; Direito Brasil História; Direito Brasil História; Brasil Política e governo 1930-1945; Brasil Política e governo 1930-1945; Brasil História Estado Novo, 1937-1945; Brasil História Estado Novo, 1937-1945; Direito Periódicos; Direito Periódicos
Descrição
Este artigo analisa o lugar dos juristas nos debates do Brasil dos anos 1930 e 1940. A partir do estudo das revistas Forense e Cultura Política, argumentamos que aproximações em torno de temas como a hostilidade ao parlamento, a busca por um conhecimento objetivo da sociedade, projetos de reformas legislativas e a chamada “socialização do direito” permitiram que o governo Vargas e os bacharéis em direito tecessem laços bastante estreitos. No início da década de 1940, entretanto, essas relações se tornaram mais tensas, e muitos juristas passaram a endossar a oposição liberal ao Estado Novo.
This article analyzes the place of jurists in the debates in Brazil during the 1930’s and 1940’s. Through a study of the magazines Forense and Cultura Política, we sustain that proximities around topics such as the hostility to parliament, the search for an objective knowledge of society, projects of legislative reforms and the so-called “socialization of law” made it possible for the Vargas government to develop close ties with law graduates. In the early 1940’s, however, these relations grew strained, and several lawyers adhered to the liberal opposition to the Estado Novo dictatorship.