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Porto do Capim: mobilização e resistência nas redes sociais

Autor(es): Silva, Irley David Fabricio da

Data: 2019

Origem: Oasisbr

Assunto(s): Porto do Capim; Mobilização e resistência; Mobilização e resistência; Redes sociais; Comunidade Tradicional Ribeirinha; Porto do Capim; Mobilização e resistência; CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO; Porto do Capim; Porto do Capim; Mobilização e resistência; Mobilização e resistência; Mobilização e resistência; Mobilização e resistência; Redes sociais; Redes sociais; Comunidade Tradicional Ribeirinha; Comunidade Tradicional Ribeirinha; Porto do Capim; Porto do Capim; Mobilização e resistência; Mobilização e resistência; CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO; CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO


Descrição

This paper aims to study the articulation strategies of Porto do Capim community on Facebook and Youtube. By using the hashtag #PortodoCapim on Instagram, we explored the perspective of others to understand how they see this community, traditionally known as a riverside one. It is necessary to know if others confirm (or collide with) the public authorities’ speech about the place: derelict, uncultured, damaged, etc. We used documentary, bibliographic, interpretive, natnographic and exploratory researches. Moreover, we collected network environment specific data from Porto do Capim’s Facebook, Youtube and Instagram profiles. What we found reveals a community that spare no efforts to fight the interests of those who want them to leave the space where they have lived for over 70 years. Social media give visibility to their cause, traditions and memories as a place of speaking and resistance. The tools of these media (events, videos, texts, images, groups, etc.) were marshalled to make their claims organized, legitimate and accepted by the people from Joao Pessoa.

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES

Este trabalho tem por objetivo estudar as estratégias de articulação da comunidade Porto do Capim nas redes sociais Facebook e YouTube. Valendo-nos de imagens do #PortodoCapim no Instagram, exploramos a visão do outro, procurando entender como esse outro visualiza a comunidade, que é conhecida tradicionalmente como ribeirinha. Interessa saber se esse outro corrobora (ou tensiona) com o discurso do poder público em relação ao local: abandonado, despido de cultura, deteriorado, etc. Valemo-nos de pesquisas documental, bibliográfica, interpretativa, netnográfica e exploratória. Colhemos do perfil do Porto do Capim (Facebook, YouTube e Instagram) dados específicos do ambiente de rede. O que encontramos revela uma comunidade que não mede esforços para lutar contra os interesses daqueles que desejam a sua remoção do espaço, habitado por ela há mais de 70 anos. As redes sociais dão visibilidade à sua causa, tradições e memórias como lugar de fala e de resistência. As ferramentas destas redes (eventos, vídeos, textos, imagens, grupos etc.) foram acionadas para fazer as suas reivindicações um movimento organizado, legítimo e aceito pelos pessoenses.

Tipo de Documento Dissertação de mestrado
Idioma Português
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