Document details

Processos psicossociais de discriminação contra a mulher

Author(s): Albuquerque, Iara Maribondo

Date: 2020

Origin: Oasisbr

Subject(s): Processos psicossociais; Discriminação; Violência; Psychosocial processes; Discrimination; Violence; Procesos psicosociales; Discriminación; Violencia; CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA; Processos psicossociais; Processos psicossociais; Discriminação; Discriminação; Violência; Violência; Psychosocial processes; Psychosocial processes; Discrimination; Discrimination; Violence; Violence; Procesos psicosociales; Procesos psicosociales; Discriminación; Discriminación; Violencia; Violencia; CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA; CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA


Description

This thesis aims to investigate which psychosocial processes underlie the persistence of discrimination against women in two contexts: labor and sexual violence. To achieve this, this work brought together three investigations that adopt as theoretical reference the assumptions of the theory of intergroup relations (Tajfel, 1982). The first investigation analyzed the effect of the candidate's gender (male vs. female) and parental leave status (enjoy vs. dislike) on discrimination against women at work; as well as evaluating the attribution of stereotypic traits to such candidates in terms of dimensions of competence, sociability and morality. The applicant's gender and parental leave status interact and together influence discrimination (Study 1, N = 315). In turn, the woman on maternity leave was evaluated more positively in the three stereotypical dimensions when compared to the woman who had waived the license and worse in the competence dimension when compared to the man who enjoyed the same right (Study 2, N = 312). The second investigation examined the influence of group membership (ingroup vs. exogroup) and adherence to moral values and Fair World Belief in the accountability of women victims of sexual violence. The in-group victim was more responsible (Study 1, N = 250); and this relationship was moderated by the binding values (Study 2, N = 117) and by CMJ (Study 3, N = 258). Taken together, the results suggest that the responsibility of the victim of sexual violence is higher when she belongs to the in-group; and that this relationship is predicted by high adherence to binding values and low adherence to Belief in a Fair World (CMJ). Finally, the third investigation of this paper took a look at the testimonies of victims of violence in police investigations conducted between 2015 and 2017, with the purpose of investigating the configurations that violence against women can assume.

RESUMEN Esta tesis tiene como objetivo investigar qué procesos psicosociales subyacen a la persistencia de la discriminación contra las mujeres en dos contextos: violencia laboral y sexual. Para lograr esto, este trabajo reunió tres investigaciones que adoptan como referencia teórica los supuestos de la teoría de las relaciones intergrupales (Tajfel, 1982). La primera investigación analizó el efecto del género del candidato (hombre frente a mujer) y el estado de licencia parental (disfrute frente a disgusto) sobre la discriminación contra las mujeres en el trabajo; así como evaluar la atribución de rasgos estereotípicos a dichos candidatos en términos de dimensiones de competencia, sociabilidad y moralidad. El género del solicitante y el estado de licencia parental interactúan e influyen juntos en la discriminación (Estudio 1, N = 315). A su vez, la mujer en licencia de maternidad se evaluó más positivamente en las tres dimensiones estereotipadas en comparación con la mujer que había renunciado a la licencia y peor en la dimensión de competencia en comparación con el hombre que disfrutaba del mismo derecho (Estudio 2, N = 312 ) La segunda investigacion examinó la influencia de la membresía grupal (ingroup vs. exogroup) y la adherencia a los valores morales y Fair World Belief en la responsabilidad de las mujeres víctimas de violencia sexual. La víctima del grupo fue más responsable (Estudio 1, N = 250); y esta relación fue moderada por los valores de unión (Estudio 2, N = 117) y por CMJ (Estudio 3, N = 258). Tomados en conjunto, los resultados sugieren que la responsabilidad de la víctima de violencia sexual es mayor cuando pertenece al grupo; y que esta relación se predice por la alta adherencia a los valores vinculantes y la baja adherencia a Belief in a Fair World (CMJ). Finalmente, la tercera investigación de este documento analizó los testimonios de víctimas de violencia en investigaciones policiales realizadas entre 2015 y 2017, con el propósito de investigar las configuraciones que puede asumir la violencia contra las mujeres.

Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES

Esta tese tem como objetivo investigar quais processos psicossociais estão subjacentes à persistência da discriminação contra a mulher em dois contextos: laboral e de violência sexual. Para alcançá-lo este trabalho reuniu três investigações que adotam como referencial teórico os pressupostos da teoria das relações intergrupais (Tajfel, 1982). A primeira investigação analisou o efeito do sexo do candidato (homem vs. mulher) e do status referente à licença parental (desfruta vs. não desfruta) na discriminação contra a mulher no âmbito laboral; bem como avaliou a atribuição de traços estereotípicos para tais candidatos em termos das dimensões de competência, sociabilidade e moralidade. O sexo do candidato e o status referente à licença parental interagem e juntos influenciam a discriminação (Estudo 1, N = 315). Por sua vez, a mulher que disfrutava da licença por maternidade foi avaliada mais positivamente nas três dimensões estereotípicas quando comparada à mulher que tinha renunciado a licença e pior avaliada na dimensão de competência quando comparada ao homem que desfrutava do mesmo direito (Estudo 2, N = 312). A segunda investigação verificou a influência da pertença grupal (endogrupo vs. exogrupo) e da adesão aos valores morais e à Crença no Mundo Justo na responsabilização da mulher vítima da violência sexual por ela sofrida. A vítima do endogrupo foi mais responsabilizada (Estudo 1, N = 250); e essa relação foi moderada pelos valores vinculativos (Estudo 2, N = 117) e pela CMJ (Estudo 3, N = 258). Em conjunto, os resultados sugerem que a responsabilização da vítima de violência sexual é maior quando ela pertence ao endogrupo; e que esta relação é predita pela alta adesão aos valores vinculativos e baixa adesão à Crença no Mundo Justo (CMJ). Por fim, a terceira investigação desse trabalho lançou o olhar sobre os depoimentos das vítimas de violência presentes nos inquéritos policiais movimentados entre os anos de 2015 e 2017, com o propósito de investigar as configurações que a violência contra a mulher pode assumir.

Document Type Doctoral thesis
Language English
facebook logo  linkedin logo  twitter logo 
mendeley logo

Related documents