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Avaliação de diferentes fontes de DNA para a realização de nested PCR no diagnóstico de erliquiose canina

Autor(es): Emmanuelle de Farias Rotondano, Tereza

Data: 2014

Origem: Oasisbr

Assunto(s): Erliquiose; Reação em cadeia pela polimerase; Diagnóstico; sangue; Erliquiose; Erliquiose; Reação em cadeia pela polimerase; Reação em cadeia pela polimerase; Diagnóstico; Diagnóstico; sangue; sangue


Descrição

Faculdade de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco

A erliquiose é uma hemoparasitose distribuída mundialmente causada, geralmente, pela proteobactéria intracelular, Ehrlichia. spp, que infecta leucócitos e plaquetas, formando corpúsculos de inclusão denominados de mórulas. A identificação das inclusões em exame direto de esfregaço sanguíneo tem baixa sensibilidade diagnóstica devido ao pequeno número de células parasitadas. O sangue é a principal fonte de DNA utilizada para a reação em cadeia pela polimerase (PCR), não havendo avaliação da eficiência de frações celulares sanguíneas no diagnóstico apesar do patógeno infectar mais de um tipo celular. Desta forma, este trabalho teve como objetivo determinar a eficiência do sangue e de suas frações como fonte de DNA para a nested PCR (nPCR), além de indicar a frequência dos agentes etiológicos implicados na erliquiose canina em duas localidades da região Nordeste do Brasil. A amostra de 22 cães com sintomatologia clínica sugestiva de erliquiose foi proveniente da rotina médica dos Hospitais Veterinários da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e do Centro Médico Dr. Leonardo Torres, localizados nos municípios de Recife (PE) e Patos (PB). O DNA foi extraído de sangue total (ST), mononucleares (M), granulócitos, papa leucocitária (PL) e coágulo sanguíneo (CS). Na pesquisa direta de hematozoários, 36,4% apresentavam mórulas sugestivas de E. spp. Pela nPCR, a ocorrência foi de 46,6% (7/15) para E. canis e de 6,6% (1/15) A. platys. Co-infecção com A. platys e E. canis foi evidenciada em um animal. DNA do patógeno foi amplificado em 71,4% (15/21) das amostras de sangue total, 1,78% (3/19) de granulócitos, 31,57% (6/19) de mononucleares e 30% (6/20) de papa leucocitária. A nPCR das amostras de ST não apresentou diferença estatisticamente significativa (p<0,05) quando comparada com as amostras de M, PL,G e CS, indicando ser o ST a melhor fonte de DNA para a identificação de Ehrlichia. Vale salientar que essa é a primeira evidência molecular do envolvimento de A. platys em infecção em cães no Estado da Paraíba

Tipo de Documento Dissertação de mestrado
Idioma Português
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