Author(s):
AYRES, Cedric John
Date: 2018
Origin: Oasisbr
Subject(s): Filosofia; Empatia; Cosmopolitismo; Propriedade privada; Natureza humana; Cooperação social; Libertarianismo; Filosofia; Filosofia; Empatia; Empatia; Cosmopolitismo; Cosmopolitismo; Propriedade privada; Propriedade privada; Natureza humana; Natureza humana; Cooperação social; Cooperação social; Libertarianismo; Libertarianismo
Description
AYRES, CEDRIC J. NATUREZA HUMANA E COOPERAÇÃO SOCIAL: Cosmopolitismo e Libertarianismo em debate. Dissertação (Mestrado). Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Departamento de Filosofia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2016. O seguinte trabalho procurará apresentar como se configura o problema da relação entre a natureza humana e cooperação social. Neste sentido, quais são os mecanismos naturais (i.e.: sentimentos, emoções, fisiologia) que permitem ao homem viver em sociedade e em que medida a cooperação poderia surgir espontaneamente da dinâmica de relações humanas. A partir desta visão de natureza humana, procuraremos entender como o cosmopolitismo e o libertarianismo procuram, enquanto propostas normativas de filosofia política, solucionar a questão da cooperação social pacífica diante de um cenário pluralista.
AYRES, CEDRIC J. HUMAN NATURE AND SOCIAL COOPERATION: Cosmopolitism and Libertarianismo in debate. Dissertation (Mester’s Degree). Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Departamento de Filosofia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2016. This research aims to presente how the problem on the configuration of how human and social cooperation relate to each other. That is, which are the natural mechanisms (i.e.: feelings, emotions, physiology) that permit men to live in society and to what degree cooperation could emerge spontaneously from the natural dynamics of human relations. Based on this vision of human nature, we will try to understand how cosmopolitism and libertarianism, as normative proposals of political philosophy, try to solve the problem of peaceful social cooperation in light of a pluralis scenario.