Author(s): Toscano de Lucena, Maurilio
Date: 2014
Origin: Oasisbr
Subject(s): Esplenectomia; Esquistossomose mansônica; Esplenectomia; Esplenectomia; Esquistossomose mansônica; Esquistossomose mansônica
Author(s): Toscano de Lucena, Maurilio
Date: 2014
Origin: Oasisbr
Subject(s): Esplenectomia; Esquistossomose mansônica; Esplenectomia; Esplenectomia; Esquistossomose mansônica; Esquistossomose mansônica
O objetivo do presente estudo foi investigar o impacto no padrão histomorfométrico dos vasos na mucosa do cólon descendente e retossigmóide em jovens portadores de esquistossomose mansoni na forma hepatoesplênica submetidos a esplenectomia, ligadura da veia gástrica esquerda e autoimplante de tecido esplênico no omento maior. Foram estudados os seguintes aspectos da histomorfometria vascular da mucosa colônica: o número de vasos por campo; o diâmetro médio dos vasos; a espessura média da parede dos vasos; o índice de área vascular da mucosa colônica. O estudo foi realizado em 22 jovens portadores de esquistossomose mansônica na forma hepatoesplênica, que se submeteram a colonoscopia e biópsias do cólon descendente e retossigmóide. Os pacientes foram alocados em dois grupos: o grupo I, pósoperatório, constituído de 13 pacientes, com seguimento médio de 79 meses. Cinco pacientes eram do gênero masculino. A idade mínima foi de 13 anos e a máxima de 22 anos, com média de 18,8 ± 3,0 anos. O procedimento cirúrgico foi realizado quando os pacientes tinham entre nove e 20 anos. O grupo II, pré-operatório, era constituído por nove pacientes, sendo três do gênero masculino. A idade mínima foi de nove anos e a máxima de 20 anos, com média de 14,0 ± 3,1 anos. Nenhum dos aspectos histomorfométricos analisados dos vasos na mucosa do cólon, mostrou diferença significante entre os grupos. Pode-se concluir que, para o tamanho da amostra estudada, o procedimento cirúrgico não alterou os padrões da histomorfometria vascular na mucosa do cólon, nesses pacientes