Autor(es): ALBUQUERQUE, Breno Emerenciano
Data: 2014
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Recursos federais; Corrupção; Poder discricionário; Recursos federais; Recursos federais; Corrupção; Corrupção; Poder discricionário; Poder discricionário
Autor(es): ALBUQUERQUE, Breno Emerenciano
Data: 2014
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Recursos federais; Corrupção; Poder discricionário; Recursos federais; Recursos federais; Corrupção; Corrupção; Poder discricionário; Poder discricionário
Grande parte dos recursos federais transferidos para os municípios é controlada pelas prefeituras. O conjunto de leis municipais concede ao prefeito elevado poder discricionário no comando do executivo, o que torna bastante raro encontrar evidências de corrupção em transferências sem o consentimento ou a participação do mesmo. Este trabalho investiga os principais determinantes microeconômicos do comportamento fraudulento dos prefeitos, utilizando um banco de dados construído a partir dos relatórios de auditoria da Controladoria Geral da União (CGU) nos municípios. Os resultados empíricos corroboram o modelo básico proposto, ou seja, os indivíduos estão mais inclinados a ser corruptos quando se deparam com menores salários e maiores poderes discricionários. Ainda, como os prefeitos se preocupam com seus ganhos futuros, a possibilidade de reeleição funciona como restrição a corrupção no primeiro mandato. Há também fortes evidências de que municípios controlados por mulheres apresentam um nível de ilícitos esperado maior que os administrados por homens. Ainda, populações mais ricas e mais instruídas estão mais aptas a monitorar os administradores municipais e, por isso, limitam os desvios