Author(s):
Ribeiro Rezende, Matheus
Date: 2014
Origin: Oasisbr
Subject(s): Poder instrutório do juiz; Ativismo judicial; Cooperação judicial; Relação jurídica; Relação processual; Discricionariedade judicial; Verdade real; Preclusão judicial; Sindicabilidade judicial; Poder instrutório do juiz; Poder instrutório do juiz; Ativismo judicial; Ativismo judicial; Cooperação judicial; Cooperação judicial; Relação jurídica; Relação jurídica; Relação processual; Relação processual; Discricionariedade judicial; Discricionariedade judicial; Verdade real; Verdade real; Preclusão judicial; Preclusão judicial; Sindicabilidade judicial; Sindicabilidade judicial
Description
O presente trabalho versa sobre a identificação da natureza jurídica da iniciativa instrutória do juiz, revelada em um poder-dever e não simplesmente um poder processual. Parte-se da constatação da constitucionalização do direito processual e de uma análise da teoria geral da prova para localizar o poder instrutório do magistrado. Revisita-se o conceito de jurisdição para encontrar o seu novo paradigma, de onde decorrem os poderes judiciais. A partir daí, apresenta-se um panorama doutrinário brasileiro acerca do poder instrutório do juiz nos processos penal, civil e trabalhista. Entabula-se, assim, um estudo sobre o ativismo judicial e a cooperação judicial, como forma de legitimar a postura dinâmica do juiz no procedimento probatório. Finalmente, a partir de um breve estudo acerca da relação jurídica de direito privado e da relação jurídica processual, identificam-se as posições assumidas pelo magistrado nesta última para visualizar sua iniciativa instrutória como um poder-dever. Diante dessa constatação, volta-se a uma análise de temas a ela afetos, como discricionariedade judicial, verdade real, preclusão judicial e sindicabilidade judicial. Com isso, o presente estudo demonstra que não há faculdade do juiz no exercício de seu poder instrutório