Author(s): HADADE, Maria Ângela Simões
Date: 2014
Origin: Oasisbr
Subject(s): Cisalhamento; Cortante; Concreto de alto desempenho; Cisalhamento; Cisalhamento; Cortante; Cortante; Concreto de alto desempenho; Concreto de alto desempenho
Author(s): HADADE, Maria Ângela Simões
Date: 2014
Origin: Oasisbr
Subject(s): Cisalhamento; Cortante; Concreto de alto desempenho; Cisalhamento; Cisalhamento; Cortante; Cortante; Concreto de alto desempenho; Concreto de alto desempenho
Este trabalho apresenta os resultados dos ensaios com dez vigas de concreto armado de alto desempenho. Os modelos foram divididos em cinco séries, compostas por uma viga com e outra sem armadura transversal, para as quais se adotou como variável a resistência à compressão do concreto entre 50 e 90 MPa. Uma das séries contou exclusivamente com a armadura de tração. Todas as vigas foram dimensionadas para romper por cisalhamento, eram biapoiadas e submetidas a duas cargas concentradas verticais em posições simétricas, incrementadas até o rompimento. Todos os protótipos, exceto V90-1 que teve a/d=3,7, tiveram ram a d = 3,1. Apesar da crescente utilização do CAD no Brasil, a NBR 6118/03 somente regulamenta concretos com resistência abaixo de 50 MPa. Não obstante ao grande número de pesquisas, cujo tema é a capacidade resistente de cisalhamento do concreto, ainda existe muita discórdia com referência aos mecanismos que governam o cortante neste material. Daí a necessidade de maiores investigações quanto ao comportamento de estruturas de concreto com resistências à compressão superiores ao limite da norma brasileira, para melhor conhecê-las e otimizar o seu uso. O principal objetivo deste trabalho consistiu na verificação da influência da resistência à compressão do concreto no comportamento destas vigas. As influências investigadas concentraram-se especialmente: na resistência ao cortante; reserva de resistência ao cisalhamento; deformação do concreto, ductilidade; rigidez; padrão de fissuração ; modo de ruptura, armadura transversal, e abertura de fissuras. Pelos resultados obtidos pode-se concluir que o aumento da resistência à compressão influencia favoravelmente a resistência ao cortante, a rigidez e a deformação do concreto e desfavoravelmente a abertura de fissuras e a taxa de armadura transversal