Autor(es): ARAÚJO, Sidcley Bernardino de
Data: 2014
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Patologia; Fixação de tecidos; Autólise; Patologia; Patologia; Fixação de tecidos; Fixação de tecidos; Autólise; Autólise
Autor(es): ARAÚJO, Sidcley Bernardino de
Data: 2014
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Patologia; Fixação de tecidos; Autólise; Patologia; Patologia; Fixação de tecidos; Fixação de tecidos; Autólise; Autólise
Universidade Federal de Pernambuco
Introdução: O formaldeído é o fixador mais utilizado na análise de tecidos biológicos em laboratórios de Anatomia Patológica, Anatomia e Histotecnologia, mas são conhecidos os efeitos irritativos e tóxicos relacionados à exposição freqüente a essa solução, quer pelo contato direto, quer por inalação. Objetivo: Desenvolver uma solução de formaldeído, sob forma de gel, e testar sua aplicabilidade na fixação de fragmentos de tecidos de vários órgãos. Métodos: Foram descritos o desenvolvimento de formalina-gel, nas concentrações de 10% e 15%, e os testes de sua aplicabilidade por meio da comparação da qualidade técnica das preparações histológicas de biópsias de coração, rins, fígado, baço, músculo esquelético, cérebro, pulmão e estômago de ratos da linhagem Wistar, em relação àquelas resultantes da fixação em formalina líquida dos mesmos espécimes, em estudo duplo cego. Resultados: Ao exame das 40 lâminas histológicas por dois patologistas, não se verificaram diferenças qualitativas entre os dois grupos. Conclusão: Os achados parecem viabilizar a ampliação da formalina-gel na fixação de pequenas biópsias, reduzindo os efeitos tóxicos dos vapores da formalina líquida pelo aprisionamento da molécula de aldeído ao agente gelificante