Author(s):
Meireles, Tulipa Martins ; Araldi, Clademir Luís
Date: 2020
Origin: Oasisbr
Subject(s): Filosofia; Michel Foucault; Axel Honneth; Sujeito; Filosofia; Filosofia; Michel Foucault; Michel Foucault; Axel Honneth; Axel Honneth; Sujeito; Sujeito
Description
Submitted by Simone Maisonave (simonemaisonave@hotmail.com) on 2020-06-19T18:01:44Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) A_CRITICA_DE_AXEL_HONNETH_A_QUESTAO_DO_SUJEITO.pdf: 188792 bytes, checksum: 3b9978ff14080a802db84b200325f3ac (MD5)
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O referente trabalho pretende apresentar alguns dos principais conceitos que se encontram no pensamento de Michel Foucault na década de 1980 – como o de governamentalidade, anarqueologia e estética da existência. Esses conceitos inserem o sujeito em uma perspectiva social em que ele mesmo é capaz de modificar o seu estado de assujeitamento através de um ato de desobediência e resistência social. A perspectiva dos últimos escritos de Foucault, como o texto O que é a crítica: crítica e Aufklärung (1978); Do governos dos vivos (1980), A hermenêutica do sujeito (1982), inseriram o sujeito em uma posição central de capacidade em alterar o estado de assujeitamento no qual se encontrava submerso nas obras da década de 1960 e 1970. Entretanto, essa perspectiva ética no pensamento de Michel Foucault foi desconsiderada por autores como Axel Honneth, que defendeu a teoria foucaultiana como insuficiente para dar conta do sujeito na sociedade. E afirmou a impossibilidade em que o sujeito, nas obras do filósofo francês, encontra-se em resistir ao poder. Assim como, denuncia a ausência de uma Desobediência Civil, enquanto alternativa para a questão repressora da sociedade de poder.