Author(s):
Maciel, Everton Miguel Puhl
Date: 2020
Origin: Oasisbr
Subject(s): Filosofia; Utilitarismo; Justiça; Stuart Mill; Democracia; Filosofia; Filosofia; Utilitarismo; Utilitarismo; Justiça; Justiça; Stuart Mill; Stuart Mill; Democracia; Democracia
Description
Submitted by Simone Maisonave (simonemaisonave@hotmail.com) on 2020-10-19T22:00:37Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) A_TEORIA_DA_JUSTICA_UTILITARISTA_DE_JOHN_STUART_MILL.pdf: 2475640 bytes, checksum: 2001c344a72311500ad6b1e518c3493a (MD5)
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Este trabalho busca resolver algumas incongruências a respeito do conceito de justiça no utilitarismo de John Stuart Mill. Vamos analisar o problema referente à possiblidade da justiça se manter como uma organização de regras imperativas, mesmo não sendo o último reduto de ajuizamento moral. O autor ressaltou a importância do conceito estabelecendo alguns diálogos com a tradição, especialmente a doutrina contratualista que o precedeu. Ele pretendia eliminar algumas lacunas práticas deixadas pela tradição, frente ao problema do liberalismo e o desenvolvimento industrial do seu tempo. A justiça para fins utilitários tem como parâmetro básico a ideia da imparcialidade, a mais elevada das virtudes judiciais. Partindo desse ponto, podemos observar a forma como Mill valoriza a importância da imparcialidade no âmbito público para o funcionamento das outras regras de justiça, mais imperativas. Outro ponto relevante é o fato do utilitarista inglês não ter vacilado no que se refere à chamada falácia naturalista, acusação recorrente, desde o início do século XX.