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Museu vivo: interfaces da memória

Autor(es): Oliveira, Priscila Chagas ; Nunes, João Fernando Igansi

Data: 2020

Origem: Oasisbr

Assunto(s): Museus; Cibercultura; TIC - Tecnologias da Informação e Comunicação; Museu difuso; Museu vivo; Museu interface; Museus; Museus; Cibercultura; Cibercultura; TIC - Tecnologias da Informação e Comunicação; TIC - Tecnologias da Informação e Comunicação; Museu difuso; Museu difuso; Museu vivo; Museu vivo; Museu interface; Museu interface


Descrição

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Sem bolsa

Um museu, segundo o Conselho Internacional de Museus - ICOM (2007), é uma instituição sem fins lucrativos que adquire, preserva e expõe os testemunhos do homem e do seu entorno. A partir das linguagens que opera, são duplos simbólicos de suas realidades. No atual contexto tecnológico, sua condição e finalidade de existência, deve refletir as demandas e os anseios de uma sociedade em constante processo de aceleração informacional, (re) conexão e interação a partir do advento das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC’s) computacional. Na cibercultura, onde as relações sociais são estabelecidas em redes rizomáticas, os museus devem tornar-se atraentes e úteis para a sociedade atual. Portanto, a partir de teorias sobre “Museu Difuso”, termo cunhado originalmente nos anos de 1970 pela museologia italiana, podemos pensar o estatuto do museu na contemporaneidade como um centro interpretativo de informação, potência de memórias coletivas e colaborativas sobre a cidade. Memórias narradas, onde o sujeito atualiza sua condição de coautor, agente do seu próprio contexto a partir das tecnologias do seu cotidiano. Para além do lugar da salvaguarda e de exposição de objetos isolados no tempo e no espaço, compreende-se assim a cidade, no contexto tecnológico das redes, como um museu difuso: em estado de conexão, de potência interativa e assim, potencialmente colaborativo.

Tipo de Documento Outro
Idioma Português
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