Author(s):
Rodrigues, Léo Peixoto
Date: 2021
Origin: Oasisbr
Subject(s): Teoria social; Teoria sistêmica; História das ciências sociais; Epistemologia; Social theory; Social systems theory; History of social sciences; Epistemology; Teoría social; Teoría sistémica; Historia de las ciencias sociales; Epistemología; Théorie sociale; Théorie systémique; Histoire des sciences sociales; Épistémologie; Teoria social; Teoria social; Teoria sistêmica; Teoria sistêmica; História das ciências sociais; História das ciências sociais; Epistemologia; Epistemologia; Social theory; Social theory; Social systems theory; Social systems theory; History of social sciences; History of social sciences; Epistemology; Epistemology; Teoría social; Teoría social; Teoría sistémica; Teoría sistémica; Historia de las ciencias sociales; Historia de las ciencias sociales; Epistemología; Epistemología; Théorie sociale; Théorie sociale; Théorie systémique; Théorie systémique; Histoire des sciences sociales; Histoire des sciences sociales; Épistémologie; Épistémologie
Description
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Este artigo objetiva confrontar duas vertentes teóricas que se desenvolveram concomitantemente em lados distintos do Atlântico: o estrutural-funcionalismo, nos Estados Unidos; e o estruturalismo na França. Ao analisar o conteúdo da história "oficial" da teoria sociológica este texto destaca que a noção de sistema não apenas dá a ambas as correntes teóricas ummesmo fundamento epistemológico, como também tal fato tem sido negligenciado pela história teórica da sociologia. Num segundo momento, argumenta-se que a perspectiva sistêmica, desde então – e mesmo antes – constituiu-se durante o século XX, até os dias de hoje, como um paradigma que se robustece, provocando uma "revolução científica" (nos termos propostos por Thomas Kuhn), às avessas. Através de diferentes processos de sínteses, a teoria sistêmica tem se fortalecido como possibilidade de fundamentação teórica e empírica, na produção sociológica europeia.