Autor(es): Marques, Gabriela Miranda
Data: 2017
Origem: Oasisbr
Assunto(s): História; Feminismo; Punks; Anarquismo; História; História; Feminismo; Feminismo; Punks; Punks; Anarquismo; Anarquismo
Autor(es): Marques, Gabriela Miranda
Data: 2017
Origem: Oasisbr
Assunto(s): História; Feminismo; Punks; Anarquismo; História; História; Feminismo; Feminismo; Punks; Punks; Anarquismo; Anarquismo
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História, Florianópolis, 2016.
Esta tese analisa a (re)invenção do anarcofeminismo a partir dos anos 1990 até 2012. Este feminismo vai emergir no interior da cena punk no Brasil, mais precisamente na cena anarcopunk; no cruzamento entre punk, anarquismo e feminismo. Compreende-se este anarcofeminismo como uma bricolagem: de teorias, identidades e modos de ação. Para observar como ele se constituiu, lançamos mão de dois tipos de fontes: entrevistas e fanzines. Os fanzines são as fontes privilegiadas nesta pesquisa, observar-se-á o seu caráter de pastiche que ajuda a compor a bricolagem anarcofeminista e através deles perceberemos como essas anarcofeministas se constituem, ao mesmo tempo, como algo novo e que se relaciona de uma forma geracional com anarcofeminismos do passado. Observaremos como sob o guarda chuva anarcofeminista coexistem diferentes temporalidades; como os debates e as identidades se constituem de forma múltipla e fluída, sem pretensão de coerência, e muitas vezes são estratégicos para encampar suas lutas.