Autor(es):
Figueiredo, Debora de Carvalho
Data: 2012
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Analise do discurso; Comunicação de massa e sexo; Teses; Sexismo na linguagem; Teses; Literatura -; Analise do discurso; Analise do discurso; Comunicação de massa e sexo; Comunicação de massa e sexo; Teses; Teses; Sexismo na linguagem; Sexismo na linguagem; Teses; Teses; Literatura -; Literatura -
Descrição
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão
O presente trabalho utiliza as teorias britânicas da Análise Crítica do Discurso para desenvolver uma análise lingüística de 11 textos coletados da revista Cosmopolitan inglesa e da revista brasileira Nova. O objetivo deste trabalho é argumentar que a revista Cosmopolitan, aparentemente ousada e progressista, ajuda a criar e a reforçar uma visão sexista, prescritiva e conservadora das relações de gênero e da sexualidade. Para tanto, foram analisadas três categorias de elementos lingüísticos: vocabulário (representações); modalidade; e discurso hortatório. O exame destes elementos lingüísticos ajudou a demonstrar que os discursos usados na revista Cosmopolitan, embora aparentemente amigáveis e informais, escondem relações de poder e controle entre produtores e consumidores de revistas, e entre homens e mulheres. Este estudo procura desmistificar a imagem de revista feminina ousada transmitida pela Cosmopolitan, e procura mostrar que a revista em questão promove uma visão de mundo discriminatória e sexista.