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Falar de si, falar de nós: performances constituindo feminilidades alternativas nos palcos brasileiros e chilenos durante as ditaduras militares

Autor(es): Jacomel, Gabriel Felipe

Data: 2012

Origem: Oasisbr

Assunto(s): História; Feminismo; Brasil; Chile; Chile; Brasil; Ditadura e ditadores; Brasil; Chile; História; História; Feminismo; Feminismo; Brasil; Brasil; Chile; Chile; Chile; Chile; Brasil; Brasil; Ditadura e ditadores; Ditadura e ditadores; Brasil; Brasil; Chile; Chile


Descrição

Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História, Florianópolis, 2011

As décadas de ditadura militar no Brasil (1964-1985) e no Chile (1973-1990) foram palco para intensas mudanças políticas cuja abrangência alcançou a vida de um expressivo número de pessoas. Além da pesada especificidade ditatorial, esses países mencionados também lidavam, à época, com uma lógica dual de sociedade internacional, em que EUA ("capitalista") e URSS ("comunista") continuavam a lutar pela hegemonia global no contexto pós-II Guerra Mundial. Disputa (inter)planetária que, em contrapartida, se tornou cenário para a emergência de uma série de movimentos sociais - organizados no intuito de reivindicar direitos em prol de determinado grupo, resistir perante atrocidades cometidas pelo aparato estatal, propor novas estéticas artísticas, etc. Em meio a essa multiplicidade de grupos e propostas, os movimentos feministas, a partir da segunda metade do século XX, voltaram a se expandir e a se articular de maneira bem estruturada em muitos países, numa nova onda que ficou conhecida como Segunda Onda dos movimentos feministas. Agrupações formadas, em sua grande maioria, por mulheres que passaram a se utilizar das diversas mídias possibilitadas pela sociedade contemporânea, para propagandear as discussões feministas em voga. Dentre essas mídias, o teatro passou a ser uma poderosa ferramenta para o ativismo desses grupos. Esta dissertação consiste no estudo das práticas teatrais feministas em meio às realidades ditatoriais de dois países pertencentes à América Latina: Brasil e Chile - países que, a partir da chamada Segunda Onda dos Feminismos, foram palco para uma intensa transformação do "ser mulher".

Tipo de Documento Dissertação de mestrado
Idioma Português
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