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Mulher, desejo e morte: dramaturgia e sociedade no inseparável triângulo de García Lorca

Autor(es): Passos, Simone Aparecida dos

Data: 2016

Origem: Oasisbr

Assunto(s): Garcia Lorca, Frederico, 1898-1936 - Crítica e interpretação; Poesia espanhola - História e crítica; Amor na literatura; Mulheres na literatura; Morte na literatura; Teatro; Feminino; Desejo; Morte; Femenino; Deseo; Muerte; CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::TEORIA LITERARIA; Garcia Lorca, Frederico, 1898-1936 - Crítica e interpretação; Garcia Lorca, Frederico, 1898-1936 - Crítica e interpretação; Poesia espanhola - História e crítica; Poesia espanhola - História e crítica; Amor na literatura; Amor na literatura; Mulheres na literatura; Mulheres na literatura; Morte na literatura; Morte na literatura; Teatro; Teatro; Feminino; Feminino; Desejo; Desejo; Morte; Morte; Femenino; Femenino; Deseo; Deseo; Muerte; Muerte; CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::TEORIA LITERARIA; CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::TEORIA LITERARIA


Descrição

Mujer, deseo y muerte: dramaturgia y sociedad en lo inseparable triángulo de Federico García Lorca investiga los textos Bodas de Sangre (1933), Yerma (1934) y La Casa de Bernarda Alba (1936) como exponentes de un discurso social e individual del autor. Esa dramaturgia retoma la forma mítica de pensar el mundo, el conocimiento de lo sagrado primitivo y la experiencia cíclica de la naturaleza que el hombre lleva consigo, aunque reglas se sobrepongan a las experiencias humanas. La mujer presentada en sus vivencias, sensaciones y pensamientos es tomada como sujeto. El dramaturgo vuelve la mirada hacia el cuerpo femenino y da voz a esa mujer que siente, vive y quiere ser amada, libre de las imposiciones ajenas, regida por sus propios impulsos. Sin embargo, dentro de la comunidad andaluza de que trata el texto, ese derecho le é negado. En esa organización, la mujer es confinada y al mismo tiempo desprovista de espacio donde pueda realizarse en plenitud. La muerte, entonces, se revelas como una forma de libertación de las amarras sociales y morales que las aprisionan y paradojalmente sofoca ese espíritu de revuelta dentro de la obra. Palabra-llave

Mulher, desejo e morte: dramaturgia e sociedade no inseparável triângulo de Federico García Lorca investiga os textos Bodas de Sangre (1933), Yerma (1934) e La Casa de Bernarda Alba (1936) como expoentes de um discurso social e individual do autor. Essa dramaturgia retoma a forma mítica de pensar o mundo, o conhecimento do sagrado primitivo e a experiência cíclica da natureza que o homem carrega consigo, ainda que regras venham se sobrepor a essas experiências. A mulher apresentada em suas vivências, sensações e pensamentos é tomada como sujeito. O dramaturgo volta o olhar para o corpo feminino e dá voz a essa mulher que sente, vive e quer ser amada, livre das imposições alheias, regida por seus próprios impulsos. Contudo, dentro da comunidade andaluza de que trata o texto, esse direito lhe é negado. Nessa organização, a mulher é confinada e ao mesmo tempo desprovida de espaço onde possa realizar-se em plenitude. A morte, então, revela-se como uma forma de libertação das amarras sociais e morais que a aprisionam e paradoxalmente sufoca esse espírito de revolta dentro da obra.

Mestre em Teoria Literária

Tipo de Documento Dissertação de mestrado
Idioma Português
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