Author(s):
Santos, Guilherme
Date: 2022
Origin: Oasisbr
Subject(s): CNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA BIOMEDICA; Engenharia clínica; Criticidade; Manutenção; CNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA BIOMEDICA; CNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA BIOMEDICA; Engenharia clínica; Engenharia clínica; Criticidade; Criticidade; Manutenção; Manutenção
Description
Pesquisa sem auxílio de agências de fomento
Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação)
O gerenciamento dos equipamentos presentes em um Estabelecimento Assistencial de Saúde (EAS) fica a cargo do setor de Engenharia Clínica, no qual dentre suas atividades está a gestão dos processos de manutenção. O principal foco da gestão da manutenção é prover equipamentos com alto grau de disponibilidade e confiáveis durante sua utilização. Entretanto, tal gestão se torna dificultosa em instituições com grande número de equipamentos e de setores, podendo acarretar em um fluxo desordenado de atendimento para manutenções corretivas. A falta de critérios durante os atendimentos pode ocasionar no aumento do tempo de parada de um equipamento crítico à empresa, ocasionando perda de receitas e até mesmo danos aos pacientes. Portanto, com base nesse contexto, o presente trabalho possui como objetivo calcular o grau de criticidade dos equipamentos de saúde em uso no hospital localizado na região de Catanduva –SP. A metodologia empregada utiliza como base a RDC n° 185/2001, no qual os equipamentos são classificados quanto a sua função, risco de acidente e grau de importância ABC, sendo que cada critério de classificação recebe uma pontuação específica. A partir do somatório das pontuações os equipamentos foram classificados dentre três níveis de criticidade (baixa, média e alta). Por meio dos níveis de criticidade foi possível definir um tempo máximo para que o atendimento de manutenções corretivas ocorra, onde os equipamentos com maior grau de criticidade terão prioridade sobre os demais. Além de otimizar o fluxo de atendimento, a análise da distribuição da criticidade pelas famílias de equipamentos e setores do hospital permitiu ao setor de Engenharia Clínica otimizar a realização de vistorias de rotina, direcionando os recursos para os setores com maior número de equipamentos críticos. Portando, conclui-se que o cálculo do grau de criticidade é uma ferramenta bastante útil para otimizar e priorizar o fluxo de atendimento, além de fornecer métricas importantes para a definição de onde recursos podem ser alocados dentro da instituição.